sábado, 20 de junho de 2015

WhatsApp Web permite enviar mensagens via PC; veja como fazer


WhatsApp Web permite enviar mensagens via PC; veja como fazer







O app de bate-papo WhatsApp agora permite que usuários troquem mensagens diretamente por meio de seus PCs. O serviço ganhou o nome de WhatsApp Web. 
Com o navegador Google Chrome, Firefox ou Opera, 

Não há suporte para Internet Explorer.
Por meio do WhatsApp Web, 
  • é possível enviar fotos armazenadas no computador e 
  • tiradas na hora pela webcam da máquina. 
  • Há possibilidade de configurar status, perfil e notificações, 
  • além de ter acesso a todos os emoticons presentes na versão mobile.

O novo serviço é compatível com aparelhos Android e Windows Phone (ainda não foi liberada uma versão para iPhone). 
Para rodar, é preciso que o usuário atualize o WhatsApp no smartphone. Isso deve ser realizado na Play Store ou Windows Phone Store.
Após atualizar o app em seu aparelho, siga o tutorial abaixo para começar a usar o WhatsApp Web. 
O seu eletrônico deve estar conectado à uma rede de dados ou Wi-Fi durante todo o processo.
Android
  • Reprodução
    7.
    Na página inicial do aplicativo no smartphone, procure pela aba de configurações. Dependendo da sua versão do Android, ela pode estar no canto direito superior da tela ou em botões na área inferior. Uma aba se abrirá. Clique em WhatsApp Web.Foto: Reprodução
  • Reprodução
    8.
    O Scan code aparecerá na tela. Conecte-se ao site web.whatsapp.com a partir de um computador.Foto: Reprodução
  • Reprodução
    9.
    Na página inicial do site, você pode marcar a opção Mantenha-me conectado para não precisar repetir o tutorial todas as vezes que reiniciar o computador. Lembre-se, essa função é recomendada apenas para uso em PCs pessoais.Foto: Reprodução
  • Reprodução
    10.
    Na mesma página, um QR Code aparecerá. Posicione a câmera do smartphone em direção ao código e espere que o computador reconheça a sua conta no WhatsApp. Pronto! Você tem toda a sua lista de contatos e conversas disponível em seu navegador da internet.Foto: Reprodução
  • Fonte: UOL

6 mitos sobre as melhores maneiras de carregar o celular

6 mitos sobre as melhores maneiras de carregar o celular

20/06/201513h08

Quais recomendações são verdadeiras e quais não passam de mitos?


  • Quais recomendações são verdadeiras e quais não passam de mitos?
Todo dono de celular já ouviu recomendações como "não deixe seu aparelho carregando a noite inteira", "não use seu telefone enquanto ele estiver carregando" ou "só carregue o celular quando acabar a bateria".
Mas, nos últimos anos, as baterias dos celulares evoluíram consideravelmente e alguns truques já são obsoletos.
A maioria das baterias de smartphones, como os da Samsung ou da Apple, é de íon de lítio. Elas carregam mais rápido, pesam menos e têm uma vida útil mais longa.
Então, quais recomendações são verdadeiras e quais não passam de mitos?
A BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, fez uma pesquisa para desmascarar algumas dessas lendas. Confira.

1) É melhor esperar a bateria acabar para recarregar o celular

Falso. Carregar o celular frequentemente não prejudica as baterias.
A Apple diz: "Recarregue a sua bateria de íon de lítio a qualquer hora. Não há necessidade de usar 100% dela antes de recarregá-la."
Há quase um consenso entre especialistas em tecnologia que a carga ideal para uma bateria de íon de lítio varia entre 20% a 80% de sua capacidade. Segundo eles, mantê-la dentro desses parâmetros é ideal para aumentar a vida da bateria.
Em outras palavras: não é recomendável manter seu celular 100% carregado ou deixá-lo chegar a zero.
Os especialistas também sugerem desligar ou reiniciar o aparelho pelo menos uma vez por semana para maximizar o potencial da bateria.

2) É errado deixar o telefone recarregando durante a noite toda

Falso. Os smartphones de hoje são suficientemente inteligentes para saber quando a bateria é recarregada por completo e deve parar de carregar, enquanto o aparelho ainda estiver conectado à fonte de energia.

3) Carregadores "não oficiais" são ruins e podem danificar a bateria

Os carregadores originais, da mesma marca do celular, são os mais adequados para recarregar o telefone.
Mas muitas das vezes eles são caros e os usuários acabam recorrendo a alternativas.
Thinkstock
Carregadores menos conhecidos e de marcas mais baratas também funcionam.
O problema, na verdade, está nos carregadores "piratas", de fornecedores desconhecidos, que não foram projetados especificamente para o telefone que o usuário quer recarregar.
Alguns nem sequer carregam os dispositivos de maneira adequada ou demoram muito tempo para fazê-lo.
Portanto, a dica é sempre suspeitar de carregadores ilegítimos e extremamente baratos.

4) É errado usar o telefone enquanto ele estiver recarregando

Em geral, não há nenhum problema em usar o telefone enquanto ele estiver recarregando.
Histórias assustadores vêm alimentando esse mito: em julho de 2013, a chinesa Ma Ailun, de 23 anos, foi eletrocutada ao responder a uma ligação em seu iPhone 5 enquanto o telefone estava recarregando.
Casos semelhantes foram amplamente divulgados pela imprensa internacional.
Na maioria dos incidentes, a culpa recaiu no uso de carregadores não originais e de má qualidade.
Se o usuário utiliza um carregador de qualidade, não deve ter nenhum problema de segurança.
A Apple recomenda "deixar o telefone recarregar por pelo menos 10 minutos antes de utilizá-lo", quando a bateria de um iPhone está praticamente vazia e ao recarregá-lo aparece uma tela preta.
"Então você pode usar o telefone enquanto ele ainda estiver recarregando", diz a empresa.
Por outro lado, usá-lo enquanto estiver recarregando não tem nenhum efeito negativo sobre o processo.
Pense que mesmo quando você não está ativamente usando o telefone durante o carregamento, o aparelho está trabalhando: ele pode estar conectado a uma rede sem fio e receber informações.

5) O telefone carrega mais rápido no modo avião?
Thinkstock

Sim, mas a diferença é pequena. Se você colocar um celular para carregar no modo avião o processo será um pouco mais rápido do que o normal.
Isso porque o modo avião desativa as opções de acesso à rede 3G e ao Wi-Fi, e assim o telefone utiliza menos bateria durante o carregamento.
A desvantagem desse truque é que, enquanto o aparelho estiver no modo avião, não pode receber ligações ou acessar a internet.
A reportagem da BBC Mundo colocou o mito à prova e comprovou que carregar 10% do celular com o modo avião ativado é 1 minuto mais rápido do que pelo método tradicional.

6) Recarregar o celular no computador é mais demorado?

A velocidade com que um celular é carregado depende da potência elétrica dos acessórios usados nesse processo.
No caso da Apple e dos iPhones, por exemplo, essa potência varia de acordo com as especificações técnicas dos cabos e carregadores.
A energia eléctrica ou potência define a velocidade à qual a energia é transferida, de modo que a potência mais, antes de recarregar a bateria.
A potência elétrica define a velocidade que a energia é transferida. Dessa forma, quanto maior for a potência, mais rápido a bateria será carregada.
Por exemplo, um carregador de iPhone tem 5 watts de potência enquanto que um cabo de USB ligado ao computador tem 2,5.
Nesse caso, usar o carregador é mais rápido.
Quem usa smartphone sabe que um dos pontos fracos do aparelho, independente da marca, é a duração da bateria. Isso ocorre justamente porque as funções ""inteligentes"" consomem a energia do celular para funcionarem. Mas alguns ajustes pequenos nos smartphones podem fazer a bateria durar mais nos sistemas Android e iOS; veja a seguir:

Siga as instruções de recarga da fabricante do aparelho: Ao comprar seu smartphone, separe um tempinho para ler o manual de instruções e, principalmente, saber o que a fabricante indica sobre a recarga. Seguir a recomendação da empresa pode preservar por mais tempo a vida útil da bateria do smartphone. Quer saber mitos e verdades sobre o assunto? Clique em MAIS a seguir

Android tem configuração automática de economia de bateria: O sistema móvel do Google tem o ajuste automático de economia de bateria. Ele pode variar de acordo com a marca do smartphone (o usado pelo UOL Tecnologia para as dicas foi o Galaxy Note, da Samsung). Mas em geral é encontrado em Configurações > Economia de Bateria. Assim, o aparelho coloca funções que consomem bateria em espera quando não utilizadas, elas são automaticamente ativadas quando a pessoa volta a usar o aparelho

Use o modo avião em locais onde o sinal é ruim: Há locais onde o sinal da rede celular falha ou é inexistente. Pode ser dentro do avião, viajando de carro para algum lugar remoto ou mesmo no metrô (estações em algumas cidades contam com antenas de operadoras, mas não é regra). Nesses casos, ativar o modo avião impede que o celular fique procurando a rede sem sucesso e gaste energia

Use o modo avião em locais onde o sinal é ruim: no Android, em Configurações, ative o Modo Offline, que desliga as conexões e redes. Outra forma de acessar a função é apertar por alguns segundo o botão ligar/desligar

Desligue os aplicativos que não está usando: É normal acessarmos um aplicativo atrás do outro no smartphone, sem encerrá-los (ao contrário do hábito comum em computadores, que é o de fecharmos os programas que não estão mais em uso). Então, lembre-se de encerrar os aplicativos depois de usá-los

Desligue os aplicativos que não está usando: No Android, aperte o botão central por alguns segundos, acesse a lista do que está aberto pelo gerenciador de tarefas e peça para ""encerrar tudo""

Desative notificações automáticas: Uma função comum nos smartphones é a de notificações automáticas (ou via push). O aparelho gasta energia ao buscar a atualização delas periodicamente. Para economizar a bateria do smartphone, você pode desativar as notificações menos importantes (ou até todas elas, se assim preferir) 

Desative notificações automáticas: No Android, é possível desativar a sincronização automática de dados dos aplicativos (não as notificações) e a função de dados em 2º plano, que fica em Configurações > Contas e sincronização. No iOS, toda vez que você instala um aplicativo, ele pergunta se você permite notificações automáticas. Depois para alterar isso, vá em Ajustes, localize o aplicativo e desative as notificações. Também é possível retirar apps da Central de Notificações em Ajustes > Notificações

Desligue o 3G quando não está em uso: Um dos vilões de consumo da bateria do celular é justamente a rede de internet móvel. Com ela desligada, o smartphone ""perde a graça"", sem dúvida... Mas se você tem acesso a uma rede Wi-Fi, lembre-se de desabilitar o 3G quando a conexão sem fio estiver ativada 

Desligue o 3G quando não está em uso: No Android, isso pode ser feito em Configurações > Conexões sem fio e rede > Redes móveis e desmarque a caixa. No iOS, vá em Ajustes > Geral > Rede e desative o 3G

Diminua o brilho da tela: Outro grande consumidor de bateria nos smartphones é o brilho da tela; quanto maior, mais energia o smartphone precisa gastar para manter a tela iluminada. Portanto, procure baixar a intensidade do brilho sempre que possível 

Diminua o tempo para bloqueio da tela: Se o brilho da tela suga a bateria do smartphone, o tempo que ela fica ligada, consequentemente, também. Portanto, quando mais rápido a tela entrar em espera, melhor para economizar energia 
Diminua o tempo para bloqueio da tela: No Android, vá em Configurações > Visualização > Duração da luz de fundo e escolha a menor duração. No iOS, vá em Ajustes > Geral > Bloqueio automático e diminua o tempo 

Selecione os aplicativos que acessam geolocalização: Assim como no caso das notificações automáticas, o serviço de localização é ativado ou não quando o usuário instala um aplicativo que usa o recurso (como Foursquare, Facebook, Mapas). É bom deixar ativado o recurso apenas para os apps essenciais para você 

Modo silencioso, só quando necessário: O modo silencioso, que faz o smartphone vibrar, gasta mais energia do que o som de toque. Então, é bom utilizar o recurso só quando precisar mesmo

Use aplicativos para gerenciar bateria: Existem aplicativos que auxiliam no gerenciamento de bateria e identificam programas que estão abertos (mesmo que você ache que já tenha fechado). No Android, há o Advanced Task Killer, da ReChild. No iOS, há o Battery Doctor, que mostra quanto tempo você ainda tem de bateria para cada recurso (horas de conversação em 2G, usando Wi-Fi, ouvindo músicas, etc.) 

quinta-feira, 11 de junho de 2015

SP será terceira cidade mais visitada na Am. Latina

SP será terceira cidade mais visitada na América Latina


Destinos ,

É o que revela estudo da MasterCard. Pesquisa reforça a importância cada vez maior que conhecimento, inovação e experiência têm no desenvolvimento das cidades inteligentes 
do futuro
Miami, 3 de junho de 2015 –  A cidade de São Paulo deve receber 2,5 milhões de visitantes internacionais em 2015, segundo dados do Índice MasterCard de Destinos Globais publicado
 hoje. Esse número é praticamente o dobro dos visitantes esperados no Rio de Janeiro, 1,27
milhão, e similar ao resultado apontado no estudo de 2014, 2,5 milhões. No topo da lista de
destinos que mais recebem visitantes internacionais na América Latina está Lima, que ocupa
 a liderança pelo segundo ano consecutivo. A capital peruana também é a cidade que mais
cresce na região, com o dobro de visitas internacionais da Cidade do México, a segunda
posição no índice.
Com base em pesquisas de hábitos de viagem, o Índice MasterCard de Destinos Globais 
(GDCI, na sigla em inglês) classificou as 132 cidades mais visitadas do mundo. O índice dá
uma visão detalhada de como as pessoas viajam e revela a importância e o papel que as
cidades têm como propulsoras do crescimento econômico mundial.
As 10 cidades da América Latina mais visitadas este ano serão, de acordo com o estudo:
  1. Lima – 4,2 milhões de visitantes
  2. Cidade do México – 2,82 milhões de visitantes
  3. São Paulo – 2,44 milhões de visitantes
  4. Punta Cana – 2,42 milhões de visitantes
  5. Buenos Aires – 2,18 milhões de visitantes
  6. San José – 1,51 milhão de visitantes
  7. Rio de Janeiro – 1,27 milhão de visitantes
  8. Bogotá – 1,1 milhão de visitantes
  9. Montevidéu – 860.672 visitantes
  10. Quito – 695.976 visitantes
“A MasterCard entende a importância que as cidades têm, tanto para os viajantes quanto
para quem vive nelas”, disse Ann Cairns, presidente de mercados internacionais da
MasterCard. “O estudo deste ano nos ajudou a entender como essas cidades se relacionam
e o papel importante que elas têm atraindo números recordes de pessoas.”

Compreendendo os fatores que impulsionam as cidades globais
O estudo estima que em 2015 cerca de 383 milhões de pessoas farão viagens internacionais
 para as 132 cidades incluídas no índice, e deixarão por lá cerca de US$ 360 bilhões, o que representa uma enorme demanda por bens, serviços e experiências.
Segundo o relatório das Nações Unidas, World Urbanization Prospects [Perspectivas da Urbanização Mundial], dois terços da população mundial viverão nas cidades até 2050. Ao
revelar o número de viajantes internacionais, o Índice MasterCard de Destinos Globais
mostra a infraestrutura necessária para satisfazer às expectativas dos moradores e
visitantes dessas cidades.
O setor privado e os governos podem usar os resultados da pesquisa para identificar áreas
como trânsito, experiências culturais e infraestrutura que demandam investimentos para
promover seu crescimento contínuo, inovação e sustentabilidade.
“Este índice é só o começo. Unindo conhecimento, inovação e experiência, a MasterCard
está firmando parcerias para ajudar a construir as cidades inteligentes do futuro”,
disse Cairns.

Tecnologias de pagamento contactless nas cidades inteligentes
Grandes cidades como Londres, no Reino Unido, Chicago, nos Estados Unidos, e Bogotá,
na Colômbia, estão trabalhando na criação de um sistema de transporte público aberto e
interoperável usando a rede da MasterCard. Esses tipos de operações simplificadas atraem
outros investimentos em infraestrutura. Os pagamentos contactlesspodem agilizar o acesso
ao sistema de transporte público e a outros recursos dentro das cidades.

Programa Priceless Cities traz oportunidades únicas que o dinheiro não pode comprar
A MasterCard desenvolveu programas voltados para os consumidores, a fim de dar apoio ao importante papel das cidades como centros de interação das pessoas. Na verdade, sete das
10 cidades mais visitadas na América Latina fazem parte do programa Priceless Cities www.priceless.com, uma plataforma global da MasterCard que oferece experiências
únicas e conecta consumidores ao redor do mundo com as suas paixões nas artes, cultura,
esportes, entretenimento e gastronomia.
No momento, 37 cidades ao redor do mundo fazem parte da plataforma, que deve aumentar
em mais 10 até o fim do ano.

Destinos: identificação das tendências
Algumas tendências importantes se destacam em todo o mundo, entre elas:
  • Europa – Em 2015, Londres manteve sua posição como a cidade mais visitada no mundo todo. 
       Istambul é o destino mais diversificado, com 50% dos visitantes internacionais provenientes de 33 
       cidades.
  • Oriente Médio e África – Dubai continua como uma das cidades que mais sobem posições no 
       ranking das 10 mais visitadas no mundo, enquanto Abu Dhabi é a terceira com maior crescimento
       de visitantes internacionais entre 2009 e 2015.
  • América do Norte – Houston é a cidade que mais cresce na região desde 2009 e único destino na 
        América do Norte com crescimento na casa dos dois dígitos.
  • Ásia-Pacífico – A região tem três das cidades que apresentam maior crescimento entre 2009 e 
       2015 no mundo: Colombo, Chengdu e Osaka.

Sobre o Índice MasterCard de Destinos Globais
O Índice MasterCard de Destinos Globais (GDCI) classifica 132 cidades ao redor do 
mundo em termos de número de visitantes internacionais e seus gastos durante o 
ano. Dados públicos são usados para obter informações sobre esses visitantes estrangeiros
e o dinheiro que deixam nas cidades que fazem parte do estudo. O índice e os relatórios que
o acompanham não são baseados no volume de transações nem nos dados da MasterCard.

Fontes:





segunda-feira, 8 de junho de 2015

Google Fotos vai mudar o armazenamento de fotos assim como o Gmail mudou o e-mail

Eu tenho mais de 300 GB de fotos e vídeos espalhados por alguns HDs. Nunca dou uma
olhada nelas. Nunca tive tempo para organizá-las. Elas só ficam guardadas por lá.
O novo Google Fotos diz que pode arrumar isso. É como o Gmail para suas fotos, sussurra
a empresa.
E quer saber? Desta vez o Google está certo. Assim como fez com o Gmail em 2004, o
Google Fotos vai transformar o armazenamento de fotos. Assim como o Gmail, ele é tão
bom que eu não ligo de pagar o preço que for necessário para isso.
Google Fotos
O Google anunciou que ofereceria armazenamento gratuito e ilimitado de vídeos e fotos
para qualquer um com o Google Fotos. O Gmail é uma comparação óbvia. Em 2004, o
Google oferecia um gigabyte de armazenamento gratuito de emails enquanto os
concorrentes só ofereciam alguns megabytes, e ele conquistou seu espaço na história.
O serviço via convites foi tão popular que o
Google precisou impedir que pessoas vendessem contas no eBay. Atualmente, 900 milhões
de usuários estão no Gmail.
Mas o armazenamento não foi a única característica que tornou o Gmail tão popular. Ele
também sempre foi inteligente. “Lembro dos dias em que era um arquivista, quando
passava muito tempo colocando emails em pastas”, diz Bradley Horowitz, do Google.
“E então o mundo mudou.” O Gmail transformou emails em conversas por tópicos, e você
podia pesquisar a sua caixa de entrada para encontrar qualquer coisa.
O Google Fotos é inteligente de um jeito parecido: a capacidade de perceber 
computacionalmente o que, quem, quando e onde de todas as suas imagens
– sem precisar de tags nem nada – e, novamente, a possibilidade de você digitar apenas
algumas palavras-chave para encontrar o que quiser.
Google FotosGoogle Fotos
Busque cachorros e encontre cachorros, como demonstrado em um livro pop-up dado pelo 
Google durante o Google I/O
Então é claro que o Google vai se esforçar em vender essa comparação com o Gmail.
É uma boa analogia, e uma prova de que centenas de milhões de pessoas pelo mundo
confiam ao Google seus dados privados.
É o suficiente para mim. Eu já vi o que o Google Fotos consegue fazer.
E, o mais importante – assim como quando eu mudei para o Gmail – eu não tenho nada a
perder. Essas fotos estão simplesmente guardadas em HDs. Quem mais vai me ajudar a
filtrá-las? “Você precisa de férias só para encontrar todas as fotos do safári que fez durante
suas férias”, Horowitz disse recentemente. É assim que eu me sinto.
Claro, existem muitos outros serviços que me ajudariam a guardar meus mais de 300 GB
de fotos na nuvem e até compartilhá-las com amigos – por um preço. Eu pago pelo
Amazon Prime, o que significa que eu já tenho armazenamento ilimitado para fotos para
usar quando quiser. Mas eu não uso porque seria como pegar minhas memórias
desorganizadas de um lugar e colocar em outro. Sinceramente, até hoje eu nem me
preocupei em saber o que aconteceria com aquelas fotos todas se eu parasse de pagar pelo
serviço da Amazon.
Agora, eu não preciso me preocupar com isso. Eu tenho 28.000 imagens e vídeos sendo
enviados para o Google Fotos agora mesmo, porque a combinação de grátis e ilimitado
significa que eu nunca precisarei me preocupar com coisas como essa. E, em troca do
acesso a essas memórias, eu finalmente poderei navegar por essas fotos de forma lógica.
O fato do Google conseguir criar GIFs animados e álbuns de fotos automaticamente é a
cereja do bolo.
Eu quero ter acesso fácil e rápido a todas as minhas imagens. E eu estou disposto a dar
muitos dados pessoais para uma empresa para conseguir isso.
Google Fotos
O equivalente em papel aos GIFs animados – uma ilusão de lente lenticular.
Em meio ao meu upload das imagens, entretanto, comecei a pensar nas consequências dessa
decisão. Meg Neal, editora-assistente do Gizmodo, me disse que ela sente que as fotos são
mais pessoais do que os emails, e se preocupa com o que aconteceria caso o Google fosse
hackeado. Nem todo mundo confia os emails ao Google, aliás!
É um pouco assustador pensar que os robôs do Google vasculham meus emails para ajudar
na venda de publicidade, mesmo que isso faça com que esses anúncios publicitários sejam
mais relevantes para mim, e mesmo que o Google tenha admitido que esse era seu modelo 
de negócios quando lançou o Gmail em 2004.
Se alguma me incomoda no Google Fotos é que o Google não admite como planeja pagar
por todo esse espaço ilimitado para fotos e vídeos oferecido gratuitamente para seus
usuários. “Não temos nenhum plano de fazer alguma coisa de uma perspectiva de
rentabilização ou publicidade”, disseram representantes do Google durante a conferência
I/O. Neste dia, o Google falou várias e várias vezes sobre como fotos são privadas, e como
são importantes para conquistar a confiança dos usuários.
Ainda assim, em uma excelente entrevista, Horowitz disse que o Google pode oferecer
serviços baseados nesses dados no futuro:

A informação recolhida a partir da análise dessas fotos não viaja para fora desse produto – não
hoje. Mas se eu achar que podemos devolver um valor imenso aos usuários com base nesses 
dados, tenho certeza que vou considerar fazer isso. Por exemplo, se for possível para o Google 
Fotos perceber que eu tenho um Tesla, e a Tesla quiser me alertar de um recall, esse seria um 
serviço que eu consideraria oferecer, com controles apropriados e deixando tudo bem claro 
aos usuários.

É difícil ignorar que o Google está no negócio de transformar fluxos gigantescos de dados
em publicidade e serviços personalizados. É isso o que o Google sempre faz. E assim como
no caso do Gmail, a capacidade renovada do Google em analisar o que está dentro das
imagens é uma faca de dois gumes.
Por mais sensacional que seja reviver tantas memórias precisando só digitar algumas
palavras, pense em quem mais pode se beneficiar disso. O que fará o Google quando a
Coca-Cola oferecer alguns milhões para saber se seus anúncios estão aparecendo nas
nossas fotos? O que o Google fará quando a NSA pedir para ver todas as fotos com
“bombas” ou “armas”?
E, em algum momento, o Google pode ter tantas fotos e vídeos seus que não será nada fácil
se desligar disso. Você não vai gostar da mudança na política de privacidade do Google
sobre quem pode acessar suas fotos, mas se você quiser sair do serviço, vai precisar
comprar dois discos rígidos e baixar uma coleção gigantesca de fotos e vídeos que você
nunca se preocupou em organizar. Desta vez, você terá muito a perder: tempo, dinheiro, e
uma conveniência imensa que você provavelmente ficou acostumado a ter. Então
provavelmente você não vai deixar o Google Fotos de lado.
Google Fotos
Nenhuma dessas preocupações me impediu de enviar minhas fotos. Ainda não consegui
mandar todas, mas já estou maravilhado com álbuns, panoramas e GIFs animados que o
Google criou automaticamente para mim conforme novas imagens eram enviadas. Isso
inclui fotos antigas de amigos e parentes, que vieram de uma pasta antiga que esqueci que
tinha, graças a um reconhecimento facial avançado; e a capacidade de dar zoom sem
nenhuma dificuldade nas fotos da minha viagem a Maui.
Estou preso, e não posso mais me livrar disso. Esta tecnologia chegou para ficar. E não
importa se você vai usar Google, Yahoo, Amazon ou qualquer outra empresa que atualizar
o serviço para se aproximar do Fotos, sempre nos lembraremos do momento em que o
Google mudou tudo.