sábado, 27 de fevereiro de 2016

Prevenção e Combate ao Dengue, Chikungunya e Zika

DENGUE

Oque e Dengue
A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. No Brasil, foi identificada pela primeira vez em 1986. Estima-se que 50 milhões de infecções por dengue ocorram anualmente no mundo.
A principal forma de transmissão é pela picada dos mosquitos Aedes aegypti. Há registros de transmissão vertical (gestante - bebê) e por transfusão de sangue.  Existem quatro tipos diferentes de vírus do dengue: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.
A infecção por dengue pode ser assintomática, leve ou causar doença grave, levando à morte. Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (39° a 40°C), de início abrupto, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele.
Perda de peso, náuseas e vômitos são comuns. Na fase febril inicial da doença pode ser difícil diferenciá-la. A forma grave da doença inclui dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, sangramento de mucosas, entre outros sintomas.
Ao apresentar os sintomas, é importante procurar um serviço de saúde.
Não existe tratamento específico para dengue. O tratamento é feito para aliviar os sintomas Quando aparecer os sintomas, é importante procurar um serviço de saúde mais próximo, fazer repouso e ingerir bastante líquido. Importante não tomar medicamentos por conta própria.
Ainda não existe vacina ou medicamentos contra dengue. Portanto, a única forma de prevenção é acabar com o mosquito, mantendo o domicílio sempre limpo, eliminando os possíveis criadouros. Roupas que minimizem a exposição da pele durante o dia, quando os mosquitos são mais ativos, proporcionam alguma proteção às picadas e podem ser adotadas principalmente durante surtos. Repelentes e inseticidas também podem ser usados, seguindo as instruções do rótulo. Mosquiteiros proporcionam boa proteção pra aqueles que dormem durante o dia (por exemplo: bebês, pessoas acamadas e trabalhadores noturnos).
As ações de controle da dengue ocorrem, principalmente, na esfera municipal. Quando o foco do mosquito é detectado, e não pode ser eliminado pelos moradores de um determinado local, a Secretaria Municipal de Saúde deve ser acionada.

CHIKUNGUNYA

A Febre Chikungunya é uma doença transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. No Brasil, a circulação do vírus foi identificada pela primeira vez em 2014. Chikungunya significa "aqueles que se dobram" em swahili, um dos idiomas da Tanzânia. Refere-se à aparência curvada dos pacientes que foram atendidos na primeira epidemia documentada, na Tanzânia, localizada no leste da África, entre 1952 e 1953. 
Os principais sintomas são febre alta de início rápido, dores intensas nas articulações dos pés e mãos, além de dedos, tornozelos e pulsos. Pode ocorrer ainda dor de cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele. Não é possível ter chikungunya mais de uma vez. Depois de infectada, a pessoa fica imune pelo resto da vida. Os sintomas iniciam entre dois e doze dias após a picada do mosquito. O mosquito adquire o vírus CHIKV ao picar uma pessoa infectada, durante o período em que o vírus está presente no organismo infectado. Cerca de 30% dos casos não apresentam sintomas.
Não existe vacina ou tratamento específico para Chikungunya. Os sintomas são tratados com medicação para a febre (paracetamol) e as dores articulares (antiinflamatórios). Não é recomendado usar o ácido acetil salicílico (AAS) devido ao risco de hemorragia. Recomenda‐se repouso absoluto ao paciente, que deve beber líquidos em abundância.
Assim como a dengue, é fundamental que as pessoas reforcem as medidas de eliminação dos criadouros de mosquitos nas suas casas e na vizinhança. Quando há notificação de caso suspeito, as Secretarias Municipais de Saúde devem adotar ações de eliminação de focos do mosquito nas áreas próximas à residência e ao local de atendimento dos pacientes.
O Zika é um vírus transmitido pelo Aedes aegypti e identificado pela primeira vez no Brasil em abril de 2015. O vírus Zika recebeu a mesma denominação do local de origem de sua identificação em 1947, após detecção em macacos sentinelas para monitoramento da febre amarela, na floresta Zika, em Uganda.
Cerca de 80% das pessoas infectadas pelo vírus Zika não desenvolvem manifestações clínicas. Os principais sintomas são dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos. Outros sintomas menos frequentes são inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômitos. No geral, a evolução da doença é benigna e os sintomas desaparecem espontaneamente após 3 a 7 dias. No entanto, a dor nas articulações pode persistir por aproximadamente um mês. Formas graves e atípicas são raras, mas quando ocorrem podem, excepcionalmente, evoluir para óbito, como identificado no mês de novembro de 2015, pela primeira vez na história.
Observe o aparecimento de sinais e sintomas de infecção por vírus Zika e busque um serviço de saúde para atendimento, caso necessário.
O principal modo de transmissão descrito do vírus é pela picada do Aedes aegypti. Outras possíveis formas de transmissão do vírus Zika precisam ser avaliadas com mais profundidade, com base em estudos científicos. Não há evidências de transmissão do vírus Zika por meio do leite materno, assim como por urina, saliva e sêmen. Conforme estudos aplicados na Polinésia Francesa, não foi identificada a replicação do vírus em amostras do leite, assim como a doença não pode ser classificada como sexualmente transmissível. Também não há descrição de transmissão por saliva.
Não existe tratamento específico para a infecção pelo vírus Zika. Também não há vacina contra o vírus. O tratamento recomendado para os casos sintomáticos é baseado no uso de acetaminofeno (paracetamol) ou dipirona para o controle da febre e manejo da dor. No caso de erupções pruriginosas, os anti-histamínicos podem ser considerados.
Não se recomenda o uso de ácido acetilsalicílico (AAS) e outros anti-inflamatórios, em função do risco aumentado de complicações hemorrágicas descritas nas infecções por outros flavivírus. Os casos suspeitos devem ser tratados como dengue, devido à sua maior frequência e gravidade conhecida.
Prevenção/Proteção
› Utilize telas em janelas e portas, use roupas compridas – calças e blusas – e, se vestir roupas que deixem áreas do corpo expostas, aplique repelente nessas áreas.
› Fique, preferencialmente, em locais com telas de proteção, mosquiteiros ou outras barreiras disponíveis.

Cuidados
› Caso observe o aparecimento de manchas vermelhas na pele, olhos avermelhados ou febre, busque um serviço de saúde para atendimento.
› Não tome qualquer medicamento por conta própria.
› Procure orientação sobre planejamento reprodutivo e os métodos contraceptivos nas Unidades Básicas de Saúde.

Informação
› Utilize informações dos sites institucionais, como o do Ministério da Saúde e das Secretarias de Saúde.
› Se deseja engravidar: busque orientação com um profi ssional de saúde e tire todas as dúvidas para avaliar sua decisão.
› Se não deseja engravidar: busque métodos contraceptivos em uma Unidade Básica de Saúde.
Prevenção/Proteção
› Utilize telas em janelas e portas, use roupas compridas – calças e blusas – e, se vestir roupas que deixem áreas do corpo expostas, aplique repelente nessas áreas.
› Fique, preferencialmente, em locais com telas de proteção, mosquiteiros ou outras barreiras disponíveis.

Cuidados
› Busque uma Unidade Básica de Saúde para iniciar o pré-natal assim que descobrir a gravidez e compareça às consultas regularmente.
› Vá às consultas às consultas uma vez por mês até a 28ª semana de gravidez; a cada quinze dias entre a 28ª e a 36ª semana; e semanalmente do início da 36ª semana até o nascimento do bebê.
› Tome todas as vacinas indicadas para gestantes.
› Em caso de febre ou dor, procure um serviço de saúde. Não tome qualquer medicamento por conta própria.

Informação
› Se tiver dúvida, fale com o seu médico ou com um profi ssional de saúde.
› Relate ao seu médico qualquer sintoma ou medicamento usado durante a gestação.
› Leve sempre consigo a Caderneta da Gestante, pois nela consta todo seu histórico de gestação.
› Proteger o ambiente com telas em janelas e portas, e procurar manter o bebê com uso contínuo de roupas compridas – calças e blusas.
› Manter o bebê em locais com telas de proteção, mosquiteiros ou outras barreiras disponíveis.
› A amamentação é indicada até o 2º ano de vida ou mais, sendo exclusiva nos primeiros 6 meses de vida.
› Caso se observem manchas vermelhas na pele, olhos avermelhados ou febre, procurar um serviço de saúde.
› Não dar ao bebê qualquer medicamento por conta própria.

Informação
› Após o nascimento, o bebê será avaliado pelo profi ssional de saúde na maternidade. A medição da cabeça do bebê (perímetro cefálico) faz parte dessa avaliação.
› Além dos testes de Triagem Neonatal de Rotina (teste de orelhinha, teste do pezinho e teste do olhinho), poderão ser realizados outros exames.
› Leve seu bebê a uma Unidade Básica de Saúde para o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento conforme o calendário de consulta de puericultura.
› Mantenha a vacinação em dia, de acordo com o calendário vacinal da Caderneta da Criança.
› Proteger o ambiente com telas em janelas e portas, e procurar manter o bebê com uso contínuo de roupas compridas – calças e blusas.
› Manter o bebê em locais com telas de proteção, mosquiteiros ou outras barreiras disponíveis.
› A amamentação é indicada até o 2º ano de vida ou mais, sendo exclusiva nos primeiros 6 meses de vida.
› Caso se observem manchas vermelhas na pele, olhos avermelhados ou febre, procurar um serviço de saúde.
› Não dar ao bebê qualquer medicamento por conta própria.
› Leve seu bebê a uma Unidade Básica de Saúde para o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento conforme o calendário de consulta de puericultura.
› Mantenha a vacinação em dia, de acordo com o calendário vacinal da Caderneta da Criança.

Informação
› Além do acompanhamento de rotina na Unidade Básica de Saúde, seu bebê precisa ser encaminhado para a estimulação precoce.
› Caso o bebê apresente alterações ou complicações (neurológicas, motoras ou respiratórias, entre outras), o acompanhamento por diferentes especialistas poderá ser necessário, a depender de cada
caso.
Entre pessoas infectadas pelo vírus Zika (adultos e crianças), cerca de 80% não desenvolvem sintomas, sejam adultos ou crianças. Dentre essas pessoas, apenas uma pequena parcela pode vir a desenvolver algum tipo de complicação, que deverá ser avaliada pelos médicos, uma vez que o Zika é uma doença nova e suas complicações ainda não foram descritas.
Os estudos sobre possíveis formas de transmissão do vírus Zika precisam ser avaliados com mais profundidade. Essas análises devem vir acompanhadas de trabalhos científicos para que o Ministério da Saúde possa passar à população orientações seguras sobre a transmissão do vírus. O Ministério da Saúde vem acompanhando a situação do vírus Zika no mundo, por meio da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas/OMS) e outros organismos internacionais.
Outros vírus parecidos com o Zika geram imunidade para a vida inteira. Quem já teve dengue pelo vírus 1, por exemplo, não voltará a ter pelo mesmo vírus. O mesmo acontece com a febre amarela. Porém, ainda não há estudos suficientes para afirmar isso em relação ao vírus Zika.

Vírus Zika X Microcefalia

O que e Microcefalia
Microcefalia é uma malformação congênita, em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. Neste caso, os bebês nascem com perímetro cefálico (PC) menor que o normal, ou seja, igual ou inferior a 32 cm. Essa malformação congênita pode ser efeito de uma série de fatores de diferentes origens, como substâncias químicas e agentes biológicos (infecciosos), como bactérias, vírus e radiação.
O Ministério da Saúde confirmou a relação entre o vírus Zika e a microcefalia. O Instituto Evandro Chagas, órgão do ministério em Belém (PA), encaminhou o resultado de exames realizados em um bebê, nascida no Ceará, com microcefalia e outras malformações congênitas. Em amostras de sangue e tecidos, foi identificada a presença do vírus Zika. Essa é uma situação inédita na pesquisa científica mundial.
As investigações sobre o tema, entretanto, continuam em andamento para esclarecer questões como a transmissão desse agente, a sua atuação no organismo humano, a infecção do feto e período de maior vulnerabilidade para a gestante. Em análise inicial, o risco está associado aos primeiros três meses de gravidez. O achado reforça o chamado para uma mobilização nacional para conter o mosquito transmissor, o Aedes aegypti, responsável pela disseminação doença.
Após o nascimento do recém-nascido, o primeiro exame físico é rotina nos berçários e deve ser feito em até 24 horas do nascimento. Este período é um dos principais momentos para se realizar busca ativa de possíveis anomalias congênitas. Também é possível diagnosticar a microcefalia no pré-natal. Entretanto, somente o médico que está acompanhando a grávida poderá indicar o método de imagem mais adequado. 
Ao nascimento, os bebês com suspeita de microcefalia serão submetidos a exame físico e medição do perímetro cefálico. São considerados microcefálicos os bebês a termo com perímetro cefálico menor de 32 centímetros. Eles serão submetidos a exames neurológicos e de imagem, sendo a Ultrassonografia Transfontanela a primeira opção indicada, e, a tomografia, quando a moleira estiver fechada. Entre os prematuros, são considerados microcefálicos os nascidos com perímetro cefálico menor que dois desvios padrões.
Não há tratamento específico para a microcefalia. Existem ações de suporte que podem auxiliar no desenvolvimento do bebê e da criança, e este acompanhamento é preconizado pelo Sistema Único da Saúde (SUS). Para orientar o atendimento desde o pré-natal até o desenvolvimento da criança com microcefalia, o Ministério da Saúde desenvolveu o Protocolo de Atenção à Saúde e Resposta à Ocorrência de Microcefalia Relacionada à Infecção pelo Vírus Zika. O documento prevê a mobilização de gestores, especialistas e profissionais de saúde para promover a identificação precoce e os cuidados especializados da gestante e do bebê.
O Protocolo define também as diretrizes para a estimulação precoce dos nascidos com microcefalia. Todas as crianças com esta malformação congênita confirmada deverão ser inseridas no Programa de Estimulação Precoce, desde o nascimento até os três anos de idade, período em que o cérebro se desenvolve mais rapidamente.
A estimulação precoce visa à maximização do potencial de cada criança, englobando o crescimento físico e a maturação neurológica, comportamental, cognitiva, social e afetiva, que poderão ser prejudicados pela microcefalia.
Os nascidos com microcefalia receberão a estimulação precoce em serviços de reabilitação distribuídos em todo o país, nos Centros Especializado de Reabilitação (CER), Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) e Ambulatórios de Seguimento de Recém-Nascidos.
Cerca de 90% das microcefalias estão associadas com retardo mental, exceto nas de origem familiar, que podem ter o desenvolvimento cognitivo normal. O tipo e o nível de gravidade da sequela vão variar caso a caso. Tratamentos realizados desde os primeiros anos melhoram o desenvolvimento e a qualidade de vida.
A Polinésia Francesa notificou um aumento incomum de pelo menos 17 casos de malformações do Sistema Nervoso Central em fetos e recém-nascidos durante 2014-2015, coincidindo com o surto de Zika vírus nas ilhas da Polinésia Francesa. Nenhuma das gestantes relataram sinais de infecção pelo vírus Zika, mas em quatro testadas foram encontrados anticorpos (IgG) para flavivírus em sorologia, sugerindo infecção assintomática. Do mesmo modo que no Brasil, as autoridades de saúde da Polinésia Francesa também acreditam que o vírus Zika pode estar associado às anomalias congênitas, caso as gestantes estivessem infectadas durante o primeiro ou segundo trimestre de gestação.
Pelo relatado dos casos até o momento, as gestantes cujos bebês desenvolveram a microcefalia tiveram sintomas do vírus Zika no primeiro trimestre da gravidez. No entanto, o cuidado para não entrar em contato com o mosquito Aedes aegypti é para todo o período da gestação.
O Ministério da Saúde reforça às gestantes que não usem medicamentos não prescritos pelos profissionais de saúde e que façam um pré-natal qualificado e todos os exames previstos nesta fase, além de relatarem aos profissionais de saúde qualquer alteração que perceberem durante a gestação. Também é importante que elas reforcem as medidas de prevenção ao mosquito Aedes aegypti, com o uso de repelentes indicados para o período de gestação, uso de roupas de manga comprida e todas as outras medidas para evitar o contato com mosquitos, além de evitar o acúmulo de água parada em casa ou no trabalho. Independente do destino ou motivo, toda grávida deve consultar o seu médico antes de viajar.
É importante que os profissionais de saúde estejam atentos à avaliação cuidadosa do perímetro cerebral e à idade gestacional, assim como à notificação de casos suspeitos de microcefalia no registro de nascimento no Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC). Por ser uma fonte de contato direto com a população, os profissionais também devem reforçar o alerta sobre os cuidados para evitar a proliferação do mosquito da dengue, e orientar as gestantes sobre as medidas individuais de proteção contra o Aedes aegypti
Além da notificação no Sinasc, o Ministério da Saúde enviou orientação para que seja feito o registro em uma ficha específica, adotada de maneira excepcional, que trás mais detalhes dos casos que serão investigados.
Acesse materiais de vigilância e assistência para gestores e profissionais de saúde.

SAIBA TAMBÉM

O Aedes aegypti é um mosquito doméstico, vive dentro de casa e perto do homem. Ele tem hábitos diurnos e alimenta-se de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer. A reprodução acontece em água limpa e parada, a partir da postura de ovos pelas fêmeas. Os ovos são colocados em água limpa e parada e distribuídos por diversos criadouros – estratégia que garante a dispersão da espécie. Se a fêmea estiver infectada pelo vírus da dengue quando realizar a postura de ovos, há a possibilidade de as larvas já nascerem com o vírus – a chamada transmissão vertical.
A fêmea precisa de sangue para a produção de ovos. Tanto o macho quanto a fêmea se alimentam de substâncias que contêm açúcar (néctar, seiva, entre outros), mas como o macho não produz ovos, não necessita de sangue.
Sim, porque o Aedes aegypti pica as pessoas preferencialmente nas pernas e nos pés. Ele tem rejeição à claridade e é atraído pelo calor, por isso teria preferência por tecidos escuros. O importante é eliminar os criadouros do mosquito, para que ele não circule.
A. aegypti é originário do Egito. A dispersão pelo mundo ocorreu da África: primeiro da costa leste do continente para as Américas, depois da costa oeste para a Ásia. O gênero Aedes só foi descrito em 1818. Logo verificou- se que a espécie aegypti,  descrita anos antes, apresenta características morfológicas e biológicas semelhantes às de espécies do gênero Aedes – e não às do já conhecido gênero Culex. Então, foi estabelecido o nome Aedes aegypti.e.
O mosquito fêmea suga sangue para produzir ovos. Se o mosquito da dengue estiver infectivo, poderá transmitir o vírus da dengue neste processo. Em geral, mosquitos sugam uma só pessoa a cada lote de ovos que produzem. Mas ele é capaz de picar mais de uma pessoa para um mesmo lote de ovos que produz. Há relato de que um só mosquito da dengue infectivo transmitiu dengue para cinco pessoas de uma mesma família, no mesmo dia.
As teorias mais aceitas indicam que o A. aegypti tenha se disseminado da África para o continente americano por embarcações que aportaram no Brasil para o tráfico de escravos. Há registro da ocorrência da doença em Curitiba (PR) no final do século XIX e, em Niterói (RJ), no início do século XX.

MITOS E VERDADES


Não é verdadeira a informação de relação entre a incidência do vírus Zika com os mosquitos portadores da bactéria Wolbachia. Desde 2014, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com o Ministério da Saúde, desenvolve o projeto “Eliminar a Dengue: Desafio Brasil” que propõe o uso de uma bactéria naturalmente encontrada no meio ambiente, inclusive no pernilongo, chamada Wolbachia. Quando presente no Aedes Aegypti, a bactéria é capaz de impedir a transmissão da dengue pelo mosquito.  A iniciativa, sem fins lucrativos, é uma abordagem inovadora para reduzir a transmissão do vírus da dengue pelo mosquito Aedes aegypti de forma natural e autossustentável. A pesquisa é inédita no Brasil e na América Latina. O estudo já foi realizado, com sucesso, na Austrália, Vietnã e Indonésia.
O Ministério da Saúde esclarece que todas as vacinas ofertadas pelo Programa Nacional de Imuização (PNI) são seguras e não há nenhuma evidência na literatura nacional e internacional de que possam  causar  microcefalia. O PNI é responsável pelo repasse, aos estados, dos imunobiológicos que fazem parte dos calendários de vacinação. Uma das ferramentas essenciais para o sucesso dos programas de imunização é a avaliação da qualidade dos imunobiológicos. O controle de qualidade das vacinas é realizado pelo laboratório produtor obedecendo a critérios padronizados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Após aprovação em testes de controle do laboratório produtor, cada lote de vacina é submetido à análise no Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) do Ministério da Saúde. Desde 1983, os lotes por amostragem de imunobiológicos adquiridos pelos programas oficiais de imunização vêm sendo analisados, garantindo sua segurança, potência e estabilidade, antes de serem utilizados na população.
Destaca-se que não há relatado nesse sistema de notificação sobre microcefalia relacionada á vacinação, bem como, não existe até o momento na literatura médica nacional e internacional evidências sobre  a associação do uso de  vacinas  com a microcefalia.
A Síndrome de Guillain-Barré é uma reação a agentes infecciosos, como vírus e bactérias, e tem como sintoma a fraqueza muscular e a paralisia dos músculos. Os sintomas começam pelas pernas, podendo, em seguida, irradiar para o tronco, braços e face. A síndrome pode apresentar diferentes graus de agressividade, provocando  leve fraqueza muscular em alguns pacientes ou casos de paralisia total dos quatro membros. O principal risco provocado por esta síndrome é quando ocorre o acometimento dos músculos respiratórios, devido a dificuldade para respirar. Nesse último caso, a síndrome pode levar à morte, caso não sejam adotadas as medidas de suporte respiratório. O vírus Zika pode provocar também a Síndrome de Guillain-barré. A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença rara. Assim como todas as possíveis consequências do vírus Zika, a ocorrência da Guillain-Barré relacionada ao vírus continua sendo investigada.
O Governo Federal vai distribuir repelentes para todas as grávidas inscritas no programa Bolsa Família. O Governo está em contato com os fabricantes de repelentes para definir exatamente a quantidade que o setor pode fornecer.
Todos os casos de crianças com microcefalia relacionada ao vírus Zika serão investigados. A mudança para o parâmetro do perímetro cefálico igual ou menor de 32 centímetros segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e é apoiada pela Sociedade Brasileira de Genética Médica e com o suporte da equipe do SIAT (Sistema Nacional de Informação sobre Agentes Teratogênicos). Cabe esclarecer que o Ministério da Saúde adotou a medida de 33 cm, que é totalmente normal para crianças que nascem após 37 semanas gestacionais, com o objetivo de compreender melhor a situação do aumento de casos de microcefalia. A partir da primeira triagem desses casos suspeitos, muitos dos diagnósticos realizados precocemente e preventivamente já foram descartados. Portanto, a nova medida visa agilizar os procedimentos clínicos, sem descuidar dos bebês que fizeram parte da primeira lista de casos notificados.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, constatou a presença do vírus Zika ativo (com potencial de provocar a infecção) em amostras de saliva e de urina de pacientes. Mas isso não é suficiente para afirmar que é possível transmitir o vírus pela saliva. Serão necessários outros estudos para analisar, por exemplo, qual o tempo de sobrevivência do vírus Zika e, após passar pelos sucos gástricos, se tem capacidade de infectar as pessoas. Neste momento, a recomendação é de cautela e de prevenção, com orientações conhecidas para outras doenças, como evitar compartilhar objetos de uso pessoal (escovas de dente e copos, por exemplo) e lavar as mãos. Os maiores cuidados devem ser tomados pelas grávidas, que já devem se proteger contra o mosquito Aedes aegypti.
O Ministério da Saúde somente utiliza larvicidas recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Esses produtos passam por um rigoroso processo de avaliação da World Health Organization Pesticed Evaluation Scheme (WHOPES). Não existe nenhum estudo epidemiológico que comprove a associação do uso de pyriproxifen e a microcefalia. Algumas localidades que não utilizam o pyriproxifen, por exemplo, também tiveram casos de microcefalia notificados. O pyriproxifen é aprovado pela OMS e pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O Ministério da Saúde somente recomenda a utilização de larvicidas em situações especiais, onde há necessidade de armazenamento de água e os depósitos não podem ser protegidos fisicamente

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

4 Receitas de Sanduíche Natural para Fazer e Vender

4 Receitas de Sanduíche Natural para Fazer e Vender

Sanduíches naturais sempre são uma ótima opção de refeição rápida e saudável, por isso trazemos hoje 4 Receitas de Sanduíche Natural para Fazer e Vender. Com certeza, essas receitas serão um sucesso de vendas!
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SANDUÍCHE DE PEITO DE PERU
INGREDIENTES

  • 2 fatias de pão de forma
  • 1 colher de sopa de maionese light
  • 4 rodelas de tomate
  • 6 fatias de peito de peru
  • 10 fatias de mussarela de búfala
  • 10 fatias finas de cenoura

COMO FAZER SANDUÍCHE DE PEITO DE PERU
MODO DE PREPARO

  1. Passe a maionese no pão e recheie com os outros ingredientes.

SANDUÍCHE DE FRANGO COM MILHO
INGREDIENTES

  • 2 fatias de pão integral
  • 3 colheres de sopa de frango desfiado
  • 1 colher de sopa de milho cozido
  • 1 colher de sopa cheia de maionese
  • 3 folhas de alface americana

COMO FAZER SANDUÍCHE DE FRANGO COM MILHO
MODO DE PREPARO

  1. Em uma tigela pequena, misture o frango desfiado com o milho e a maionese.
  2. Passe esse recheio sobre uma fatia de pão, coloque a alface americana.
  3. Feche o sanduíche, corte-o ao meio.

SANDUÍCHE GOURMET DE ATUM
INGREDIENTES DO SANDUÍCHE

  • 2 fatias de pão de forma
  • 150g de pasta de atum
  • 3 fatias de tomate
  • 1 e ½ xícara de chá de agrião

INGREDIENTES DA PASTA DE ATUM

  • 450g de atum em lata
  • 270g de ricota
  • 150g de cream cheese
  • 30 folhas de manjericão

COMO FAZER SANDUÍCHE GOURMET DE ATUM
MODO DE PREPARO DA PASTA DE ATUM

  1. Corte o manjericão pequeno e bata com o cream cheese e a ricota no processador por aproximadamente um minuto.
  2. Adicione o atum e bata ate misturar bem todos os ingredientes.

MODO DE PREPARO DO SANDUÍCHE

  1. Aqueça o pão no forno.
  2. Passe a pasta de atum nas duas metades do pão, coloque o tomate e o agrião.
  3. Corte em dois triângulos.

SANDUÍCHE GOURMET DE RICOTA
INGREDIENTES DO SANDUÍCHE

  • 1 pacote de pão de fôrma preto sem casca
  • 1 receita de pasta de ricota e pepino

INGREDIENTES DA PASTA DE RICOTA E PEPINO

  • 400g de ricota fresca passada pela peneira
  • 100g de cream cheese light
  • 100g de iogurte natural
  • 1/4 de xícara de chá de creme de leite light
  • 1 pepino tipo japonês com casca bem picado, espremido e temperado
  • 3 colheres de sopa de azeitonas verdes em lascas
  • 2 colheres de sopa de salsinha
  • Sal a gosto
  • Temperos a gosto

COMO FAZER SANDUÍCHE GOURMET DE RICOTA
MODO DE PREPARO DA PASTA DE RICOTA E PEPINO

  1. Bata todos os ingredientes no processador, exceto o pepino e tempere a gosto.
  2. Junte o pepino e envolva delicadamente.

MODO DE PREPARO DO SANDUÍCHE

  1. Intercale uma fatia de pão preto, maionese light, uma farta camada de pasta de ricota e pepino, folhas de alface e finalize com outra fatia de pão de fôrma.
  2. Corte o sanduíche ao meio e embale com filme plástico.
  3. Mantenha refrigerado.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Bicarbonato de sódio – Indicações, verdades e mentiras!

O bicarbonato de sódio reduz a acidez do estômago. Ele é usado como um anti-ácido para tratar a azia , indigestão e dores de estômago. O bicarbonato de sódio é um antiácido de muito rápida ação. Ele deve ser usado apenas para o alívio temporário. Se você precisa para tratar problemas de ácido do estômago a longo prazo (por exemplo, úlcera péptica), você deve falar com seu médico sobre outros medicamentos, já que o bicarbonato também pode mascarar sintomas de problemas muito mais graves. Mas não é apenas para estes problemas que o bicarbonato é usado.

Outros usos para o bicarbonato de sódio

Esta seção contém utilizações desta droga que não estão como aprovadas, mas que podem ser prescritas pelo seu profissional de saúde. Utilize este medicamento para uma condição que é listada nesta seção somente se tal tiver sido prescrita pelo seu profissional de saúde.
  • Esse medicamento pode ser usado para fazer a urina menos ácida. Este efeito ajuda os rins a eliminar o ácido úrico, ajudando assim a prevenir gota e pedras nos rins;
  • Ele pode fazer alguns medicamentos (por exemplo , sulfonamidas) funcionar melhor ou pode ajudar seu corpo a se livrar do excesso de medicação (por exemplo , fenobarbital );
  • Também pode prevenir e tratar certos problemas metabólicos (acidose) causados por uma doença renal.

Como utilizar o bicarbonato de sódio por via oral?

Tome este medicamento por via oral geralmente a cada 4 horas, conforme necessário, ou como indicado pelo seu médico. Siga todas as instruções na embalagem do produto. Se não tiver certeza sobre qualquer uma das informações, consulte o seu médico ou farmacêutico.
Se você estiver se automedicando (o que não recomendamos) e os seus problemas de ácido persistirem ou se agravarem depois de ter usado este produto por 2 semanas, ou se você acha que tem um problema médico sério, procure imediatamente por atendimento médico. Se você estiver usando esta medicação regularmente em uma base diária por mais de 2 semanas, você pode ter um problema de saúde que precisa de um tratamento diferente. Pergunte ao seu médico se este é o remédio certo para você.
Se o seu médico lhe orientou a tomar este medicamento para acidose ou para alcalinizar a urina, a sua dosagem é baseada em sua condição médica e resposta ao tratamento. Para obter o máximo de benefício a partir desta medicação, tome-a regularmente, exatamente como indicado. Normalmente é tomado por via oral várias vezes ao dia. Para não se esquecer, tome no mesmo horário todos os dias. Não aumente a dose, tome -a mais frequente ou continue a tomar esta por mais tempo do que prescrito.

Efeitos colaterais do bicarbonato de sódio

Náuseas, inchaço ou gases podem ocorrer. Se algum destes efeitos persistir ou piorar, contate o seu médico ou farmacêutico imediatamente.
Se o seu médico tenha dirigido para usar esta medicação, lembre-se que ele ou ela julgou que o benefício para você é maior do que o risco de efeitos colaterais. Muitas pessoas que utilizam este medicamento não tem efeitos secundários graves.
Informe o seu médico imediatamente se qualquer destes efeitos secundários graves ocorrerem: inchaço nas mãos/tornozelos/pés ou ganho de peso incomum.
Quando tomadas com bicarbonato de sódio, grandes doses de cálcio de sua dieta, medicamentos ou suplementos podem raramente causam um problema grave chamada síndrome leite-álcali . Pergunte ao seu médico ou farmacêutico sobre o uso de produtos de cálcio com segurança enquanto você estiver usando este medicamento. Informe o seu médico imediatamente se algum destes efeitos secundários raros (mas graves) ocorrerem: tonturas, dores musculares/espasmos, alterações mentais/humor (por exemplo, confusão, irritabilidade, problemas de memória), vômitos, fraqueza, alterações na quantidade de urina.
Procurar imediata atenção médica se qualquer destes efeitos secundários raros, mas muito graves ocorrem: dor no peito, convulsões.
Uma reação alérgica grave muito a esta droga é rara. No entanto, procure imediatamente atendimento médico se notar quaisquer sintomas de uma reação alérgica grave, incluindo: erupção cutânea, comichão/inchaço (especialmente da face/língua/garganta), tonturas graves, dificuldade para respirar.
Esta não é uma completa lista de possíveis efeitos secundários. Se você observar outros efeitos não listados acima, entre em contato com o seu médico ou farmacêutico.
Bicarbonato de sódio
Apesar de popular entre os brasileiros, o bicarbonato deve ser utilizado com cautela! (Foto: www.buzzle.com)

Precauções para o uso oral do bicarbonato de sódio

Antes de tomar bicarbonato de sódio, informe o seu médico ou farmacêutico se você é alérgico a ele, ou se você tiver quaisquer outras alergias. Este produto pode conter ingredientes inativos, o que pode causar reações alérgicas ou outros problemas. Fale com o seu farmacêutico para obter mais detalhes.
Este produto não deve ser usado se você tem certas condições médicas. Antes de utilizar este produto , consulte o seu médico ou farmacêutico se tiver: problema de respiração (como edema pulmonar), insuficiência cardíaca congestiva, doença renal grave (por exemplo, incapacidade de urinar), doença hepática grave (por exemplo ascite, cirrose), níveis elevados de sódio, inchaços nos tornozelos/pernas/pés devido à retenção de água (edema periférico).
Se você tiver qualquer um dos seguintes problemas de saúde, consulte o seu médico ou farmacêutico antes de utilizar este produto: baixos níveis de cálcio, pressão alta, problemas cardíacos (por exemplo, batimento cardíaco irregular), doença renal.
Por conta deste medicamento conter sal (sódio), não use se você estiver em uma dieta com restrição de sal.
Durante a gravidez, este medicamento deve ser usado somente quando absolutamente necessário. Este medicamento pode piorar a pressão arterial elevada durante a gravidez (toxemia gravídica). Discutir os riscos e benefícios com o seu médico.
Este medicamento pode passar para o leite materno. Consulte o seu médico antes de amamentar.

Interações medicamentosas para o bicarbonato de sódio

Se estiver a tomar este produto sob orientação do seu médico, o seu médico ou farmacêutico pode já estar ciente de possíveis interações medicamentosas. Não inicie, pare ou mude a dosagem de qualquer medicamento antes de verificar com o seu médico ou farmacêutico.
Antes de utilizar este produto, informe o seu médico ou farmacêutico se você usar qualquer um dos seguintes produtos: a aspirina e outros salicilatos (por exemplo, salsalato), barbitúricos (por exemplo, fenobarbital), suplementos de cálcio, os corticosteroides (p.ex., prednisona), medicamentos com um revestimento especial para proteger o estômago (revestimento entérico), lítio, quinidina, diuréticos (como a hidroclorotiazida).
Este medicamento pode diminuir a eficácia de certos medicamentos que necessitam do ácido do estômago para o trabalho, incluindo: ampicilina, atazanavir, alguns antifúngicos (por exemplo, cetoconazol, itraconazol), suplementos de ferro, sucralfato.
Antes de usar esta medicação , consulte o seu médico ou farmacêutico sobre como gerenciar essa interação possível.
Se o seu médico tenha dirigido você a tomar aspirina em baixas doses para prevenção de ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral, você deve continuar a menos que seu médico lhe diga o contrário. Pergunte ao seu médico ou farmacêutico para mais detalhes.
Este documento não contém todas as possíveis interações. Portanto, antes de utilizar este produto, informe o seu médico ou farmacêutico de todos os produtos que você usa. Mantenha uma lista de todos os seus medicamentos com você e partilhe sempre a lista com o seu médico e farmacêutico.

Overdose de bicarbonato de sódio

Se houver suspeita de overdose, contate seu médico ou o ligue para o centro de emergência da sua cidade pelo telefone 190.

Importantes fatos sobre o bicarbonato de sódio

Testes médicos e de laboratório (por exemplo, os níveis de cálcio/potássio/sódio, níveis de bicarbonato) devem ser realizado periodicamente para acompanhar seu progresso ou a verificação de efeitos secundários se estiver a tomar grandes doses ou tomar este medicamento por mais de 2 semanas.
Dosagem: Se você esquecer de uma dose, tome-a assim que se lembrar . Se for perto da hora da próxima dose, pule a dose e retome o seu habitual esquema de administração. Não duplique a dose para se recuperar
Armazenamento: Conservar à temperatura ambiente entre 15-30 graus, longe do calor, luz e umidade. Mantenha todos os medicamentos fora do alcance de crianças e animais domésticos.
Não jogue medicamentos no vaso sanitário ou despeje-os em um ralo a menos que instruído a fazê-lo. Descartar corretamente este produto quando estiver vencido ou deixou de ser necessário. Consulte o seu farmacêutico ou local de eliminação de resíduos empresa para obter mais detalhes sobre como descartar corretamente este produto.
Vale lembrar sempre: seu médico e seu farmacêutico são seus amigos. Eles podem orientá-lo para possíveis problemas e soluções quando utilizando este medicamento.

Atualidades: Mitos e verdades sobre o bicarbonato de sódio.

06/09/2014 12h50 - Atualizado em 06/09/2014 15h05

Atualidades: Mitos e verdades sobre o 



bicarbonato de sódio.


Especialistas mostram o que o produto pode ou não fazer

Por Luana LeiteTVMO
O programa Atualidades deste sábado (06) foi atrás de desvedar mitos e verdades sobre o bicarbonato de sódio. Será que você está usando de maneira correta? Especialisas mostram o que pode ou não fazer com o produto. Veja o vídeo abaixo e tire todas as suas dúvidas:
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