quarta-feira, 6 de abril de 2016

Entendendo as Gerações VETERANOS, BOOMERS, X e Y

Imediatistas e irreverentes, os representantes da Geração Y chegam ao mercado de trabalho para mostrar que falta de cerimônia pode ser excesso de competência

Estudante de marketing e estagiário da Shell há um ano e meio, o o paulistano Marco Doti, de 21 anos, se acha amigo do chefe, não adapta seu discurso para se dirigir aos superiores e é prova de que competência não depende de formalidades. ''Às vezes falo com meu chefe como falo com meus amigos. Ele não gosta muito, mas, se estou lá até hoje, acredito que ele admire outras qualidades em mim", diz. Apesar da irreverência, Doti já ganhou moral na empresa ao conseguir uma proeza: um estoque de brindes, cuja renovação da licença de uso do fornecedor custaria à Shell mais de R$ 20 mil, saiu de graça depois que o insistente estagiário propôs um acordo vantajoso para ambas as partes. "Todos diziam que eu não conseguiria.
Mas agendei a reunião e intimei meu chefe a ir comigo", afirma Doti, que também já foi designado a dar uma carona ao presidente da companhia. "Fui logo avisando que no meu carro eu não era funcionário dele, e durante o percurso, levamos um papo de igual para igual. Não sei por que as pessoas têm medo ser verdadeiras com os chefes."
A história traduz uma situação que acontece hoje nas empresas. Enquanto os chefes, boa parte da geração X (nascidos entre 1965 e 1977) e baby boomers (nascidos entre 1946 e 1977), aqueles que têm mais de 30 anos, espera uma atitude de certa reverência dos subordinados, quem está abaixo na hierarquia nem sempre associa cargo à autoridade. O respeito, para eles, está ligado ao talento e habilidades dos profissionais com quem trabalham. "As pessoas que eles admiram profissionalmente são quem eles tratam como 'chefe'. Não basta a autoridade do cargo. É necessário merecer por outras vias", explica o consultor Rolando Pellicia, do Hay Group, de gestão de pessoas, com sede em São Paulo. Uma pesquisa feita pela Companhia de Talentos, consultoria de São Paulo especializada em programas de trainees, mostrou que 29% dos jovens esperam que seu gestor seja um profissional em que as pessoas se espelhem.
Uma das características da turma que está chegando às empresas é que levam para o trabalho o comportamento a que estão acostumados na casa dos pais. Falam de igual para igual mesmo com os chefes, assim como falam com os pais e nem sempre têm dimensão das consequências de seus erros. "Como estão acostumados ao computador e internet, tendem a ver seus erros como algo não muito importante, exatamente como acontece no video game, em que podem reverter facilmente o que fizeram", diz o professor Moisés Balaciano. Muito menos para trabalhar por anos em uma grande empresa. "O medo que tínhamos dos chefes tem a ver com o medo de perder o emprego", diz Rolando. Como esses jovens não fazem tanta questão do emprego e enxergam outras maneiras de trabalhar, esse medo desapareceu e foi trocado pelo respeito a quem merece, na visão própria dessa geração.
Mas o fato é que as empresas precisam desses jovens. Ao mesmo tempo eles são inovadores, rápidos e atualizam a gestão com o que está acontecendo no mundo on line, só para citar algumas vantagens. "Não podemos abrir mão deles, mas temos que orientar para o trabalho para que se adequem ao ambiente", diz Arlete, gerente de Recursos Humanos da Wickbold. Por isso as empresas estão criando programas para lidar com esse encontro – e os conflitos que ele causa – de gerações. A IBM criou um serviço para atender as ansiedades dos pais dos jovens que fazem parte de seu quadro. Sim, os pais. Como moram ainda na casa onde cresceram, esses jovens carregam para a empresa algumas características do relacionamento familiar. "Um dos candidatos ao estágio trouxe a mãe junto para acompanhá-lo no dia da seleção. Os pais participam", diz Américo Figueiredo, diretor de RH da Nextel, de telefonia, em São Paulo.
Os gestores da Nextel, que tem 67% do quadro de funcionários na faixa etária que compreende a Geração Y, já perceberam que dar feedback a essa geração também precisa ser diferente. Se eles vêm vestidos com roupas ousadas demais para o ambiente de trabalho, uma queixa comum dos gestores, não adianta o diretor de RH mandar um email puxando a orelha. "Eles não darão a mínima. Vão deletar sem ler. Tem que pedir para a Gloria Khalil ou alguém que eles respeitem nessa área escrever isso, entende?", diz Americo. Na Nextel, todos os gerentes e diretores vêm sendo preparados para lidar com esses jovens.
O termo geração Facebook, criado por Gary Hammel, guru de gestão norte americano, tem a ver com o fato de que esses profissionais cresceram conectados às redes sociais, lugares democráticos e onde a resposta a questões ou atitudes é bem rápida. "Percebemos que os jovens entram na empresa procurando uma extensão desse ambiente", diz Elcio Trajano Jr., diretor de Recursos Humanos da Serasa, empresa de crédito com sede em São Paulo. Ou seja, querem rapidez nas movimentações de carreira, mas isso acaba passando um pouco de arrogância e impaciência aos chefes, que muitas vezes não estão acostumados", diz Elcio. Por conta disso, a Serasa criou um programa com 15 profissionais para dar aconselhamento e coach para gestores. E estão colocando seus jovens para liderar projetos. "Eles não se importam com o cargo, mas querem liderar e fazer coisas novas", diz Elcio.
No momento da liderança, no entanto, essa impaciência também aparece. "Eles não são muito bons no feedback porque não tem paciência para conversas longas. Falam na mesma linguagem do MSN", diz Rolando. Aliás, o acesso a essas maneiras de comunicação on line, como os programas de mensagens instantâneas, é algo que as empresas também vêm mudando. A IBM, que tem 40% de seus funcionários na faixa etária de até 29 anos, muitos em cargos de média-chefia, como supervisores, gerentes e analistas, liberou o uso de sites como Orkut, Twitter, Facebook, Youtube e MSN, durante o expediente. "Concluímos que essa geração precisa dessas ferramentas e busca a colaboração para o desenvolvimento e enriquecimento de seu trabalho lá. As redes de relacionamento estão, assim, liberadas para uso de trabalho", afirma o diretor de RH da IBM Brasil Osvaldo Nascimento, para quem as Geração Y e Facebook trazem muito mais vantagens do que desvantagens para os negócios da companhia. A IBM também faz questao de ser flexível com os horários, algo importante para essa turma que chegou há pouco. "Se o funcionário consegue cumprir seus objetivos e ainda tem tempo para conversar na internet, mérito dele. E se vão realizar seu trabalho de dia ou à noite, não importa, contanto que cumpram as metas", diz Nascimento.

Entendendo as gerações

A consultora Luciana Guedes Pinto, da Trajeto RH, explica que o comportamento de cada geração depende do momento socioeconômico e histórico em que ela se desenvolve. A mais experiente, e ainda na ativa, é chamada de Geração dos Veteranos, formada por pessoas hoje que têm entre 83 e 63 anos, aproximadamente, nascidas entre duas guerras mundiais e educada para valorizar o trabalho, obedecer hierarquias e não comprar nada que não possa pagar à vista – afinal, nunca se sabe o dia de amanhã. A turma entre os 63 e 43 anos forma a geração dos Boomers, sedenta ascensão profissional, fiel às organizações e crente no poder de mudar o mundo politicamente – principalmente as mulheres, que querem fazer valer os direitos conquistados depois de queimarem os sutiãs. Na sequência vem Geração X, que compreende a faixa etária entre os 43 e 31 anos, assim chamada por falta de denominação melhor.
Mais apática politicamente, refletindo a desilusão da geração anterior, ela busca um equilíbrio entre a vida profissional e pessoal e já não dá importância para tanta formalidade no ambiente de trabalho, mantendo a fidelidade aos seus ideais pessoais, e não aos da organização. E já não vê com bons olhos um currículo de 20 anos de trabalho para a mesma empresa. Já a Geração Y, de filhos superprotegidos e acostumados a terem o que querem para compensar a ausência dos pais workahoclics, exige esse equilíbrio entre o profissional e o pessoal, é agitada, inquieta e sabe como nenhuma outra lidar com a tecnologia. Por ter crescido com amplo acesso ao conhecimento (que outra geração pôde contar com a internet ou as centenas de canal de TV a cabo?), muitas vezes se passa por prepotente e petulante, mas é preciso admitir que esses jovens entre 31 e 8 anos de idade realmente têm muita a ensinar aos mais velhos.
VETERANOS
BOOMERS
GERAÇÃO X
GERAÇÃO Y
Nascidos entre
1922 e 1945
Nascidos entre
1945 e 1965
Nascidos entre
1965 e 1977
Nascidos entre
1977 e 2000
Cresceram entre duas guerras mundiais e foram educados para a disciplina rígida e o respeito às hierarquias. O amor à pátria é um valor absoluto.
Otimistas em relação a mudança do mundo político, viveram uma fase de engajamento contra ditaduras e poderes tiranos.
Céticos e politicamente apáticos, refletem as frustrações da geração anterior e assumem a posição de expectadores da cena política.
Otimistas
em relação ao futuro e comprometidos em mudar o mundo na esfera ecológica. Têm senso de justiça social e se engajam em voluntariados.
No trabalho, valorizam o comprometimento e a lealdade.
Workaholics, valorizam o status e o crescimento profissional. São políticos, formam alianças para atingirem seus objetivos.
Gostam da informalidade no trabalho e buscam o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal.
São extremamente informais, agitados, ansiosos e impacientes e imediatistas. Acompanham a velocidade da internet.
Como consumidores, evitam parcelamento e privilegiam as compras à vista. Investem de forma conservadora, sem riscos.
São responsáveis pelo estilo de vida que se tem hoje, de conquistas materiais, como casa, carro e acesso ao entretenimento.
Sentem-se a vontade
com a tecnologia e já têm gosto pelo consumo de equipamentos eletrônicos.
Tecnologia e diversidade são coisas naturais na vida. Usam todos os recursos do celular e precisam estar conectados.
Como funcionários, abem aguardar a hora certa para receberem a recompensa pelo trabalho.
Funcionários fiéis às organizações em que trabalham, fazem vínculo com a empresa.
Não se fidelizam às organizações, priorizam os interesses pessoais e não vêem com bons olhos um currículo de 20 anos numa mesma empresa.
A falta de cerimôonia com os pais leva à indiferença sobre autoridade. Admiram a competência real e não a hierarquia.
Acreditam na lógica e não na magia. Têm religião, mas sem superstição.
Necessitam de justificativas profundas e estruturadas para tomar  decisões.
Trabalham com entusiasmo quando possuem foco definido e têm necessidade de feedback.
Vivem com sobrecarga de informações, dificultando a correlação de conteúdos.

terça-feira, 29 de março de 2016

再見我的愛人 Goodbye My Love 1984 (HD)

再見我的愛人 Goodbye My Love 1984 (HD)

เติ้งลี่จวิน 鄧麗君 Teresa Teng - I Just Called To Say I Love You



Teresa Teng (January 29, 1953 May 8, 1995) (traditional Chinese: 鄧麗君; simplified Chinese: 邓丽君; pinyin: Dèng Lìjūn; Wade-Giles: Teng Li-chun; Pe̍h-ōe-jī: Tēng Lē-kun, Japanese: テレサ・テン), was an immensely popular and influential Chinese pop singer from Taiwan. Teresa Teng's voice and songs are instantly recognized throughout east Asia and in areas with large Asian populations. It is often said, "Wherever there are Chinese people, the songs of Teresa Teng can be heard." Her songs also enjoy huge popularity among Korean, Japanese, Thai, Vietnamese, Malaysian and Indonesian listeners.


segunda-feira, 28 de março de 2016

Jambalaya - Teresa Teng 邓丽君 テレサ・テン





Enviado em 10 de dez de 2010
邓丽君1976年香港利舞台演唱会。
Teresa Teng sang Jambalaya in her Hong Kong Lee Theatre Concert 1976.

Teresa Teng ~~ Smoke Gets In Your Eyes





Enviado em 19 de abr de 2011
Owned by: hkship

From the album INOUBLIABLE made in France and released after her passing,there are a total of five English songs, including this one. They are
#5 - Abraham, Martin And John
#6 - Smoke Gets In Your Eyes
#7 - What A Wonderful World
#8 - Let It Be me
#9 - Heaven Help My Heart

All these songs have been uploaded in my two channels, hkship and hkship2. A Playlist consisting these songs is displayed on the front page of the channel hkship

* 鄧麗君 - Smoke Gets In Your Eyes *
(The Platters)
They asked me how I knew
My true love was true
Oh, I of course replied
Something here inside cannot be denied

They said someday you'll find
All who love are blind
Oh, when your heart's on fire
You must realize
Smoke gets in your eyes

So I chaffed them and I gaily laughed
To think they could doubt my love
Yet today my love has flown away
I am without my love

Now laughing friends deride
Tears I can not hide
Oh, so I smile and say
When a lovely flame dies
Smoke gets in your eyes
Smoke gets in your eyes

quinta-feira, 3 de março de 2016

Yamaguchi Falcão disputa cinturão latino da CMB com argentino no Brasil

16/02/2016 18h05 - Atualizado em 16/02/2016 18h40

Yamaguchi Falcão disputa cinturão latino da CMB com argentino no Brasil

Ainda sem local definido, luta deve ser na baixada santista, em São Paulo. Capixaba faz duelo contra o hermano Jorge Daniel "Piedrita" Caraballo no dia 04 de março

Por Vitória, ES
Yamaguchi Falcão, pugilista capixaba (Foto: Richard Pinheiro/GloboEsporte.com)Yamaguchi Falcão, pugilista capixaba (Foto: Richard Pinheiro/GloboEsporte.com)
Depois de nove vitórias consecutivas no boxe profissional, o pugilista brasileiro Yamaguchi Falcão finalmente irá disputar um cinturão na categoria peso-médio (até 72,500 kg). O duelo será contra o argentino Jorge Daniel "Piedrita" Caraballo, valendo o cinturão latino do Conselho Mundial de Boxe (CMB). 
De acordo com fontes próximas ao lutador capixaba, o combate ainda não tem local definido, mas deve acontecer na baixada santista, em São Paulo, no dia 04 de março. Bem focado nos treinamentos, Yamaguchi Falcão está confiante em sair do ringue sendo o vencedor do duelo contra o hermano.
- Estou focado nos treinamentos para essa luta, que deve ser em Santos mesmo. Estou muito feliz por ser no Brasil, dentro de casa. É uma coisa que eu sempre pedi à empresa (Golden Boy Promotions) para trazer uma luta minha pra cá e essa é a quarta luta que faço no Brasil. Então podem esperar mais uma vitória no dia 04 de março.
Yamaguchi Falcão segue sua rotina de treinos no Espírito Santo e no final deste mês de fevereiro viaja para São Paulo, onde finaliza suas atividades antes do combate contra o argentino Jorge Daniel "Piedrita" Caraballo, de 26 anos e que tem um cartel de 13 vitórias, cinco derrotas e um empate.
Histórico de Yamaguchi Falcão no boxe profissional
Após ficar com a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Londres em 2012, o pugilista Yamaguchi Falcão, que tem 28 anos, iniciou sua carreira no boxe profissional em janeiro de 2014, no duelo diante do argentino Martin Fidel Rios, mas o combate, que aconteceu em Santos, acabou com os dois atletas desclassificados. Em sua segunda luta, no mês de abril, nos Estados Unidos, o capixaba venceu o mexicano Fernando Najera por decisão unânime. A segunda vitória veio em julho, sobre o portorriquenho Jesus Cruz, por nocaute técnico no 3º round
A terceira vitória foi diante do mesmo argentino Martin Rios, em novembro, por pontos, após oito rounds. O quarto triunfo consecutivo veio em março, sobre o norte-americano Raymond Terry, por nocaute, em San Antonio, no Texas, EUA. A 5ª vitória na sequência veio sobre o americano Deartey Tucker, por pontos, no início do mês de abril, também nos Estados Unidos. O sexto triunfo de Yamaguchi Falcão foi em cima do norte-americano Gerardo Ibarra, por decisão unânime, no final de abril. A luta aconteceu na Califórnia, Estados Unidos. A vitória de número 7 veio sobre o argentino José "Puro" Paz, por pontos, em junho de 2015, no Brasil. E a oitava e última vitória de Yamaguchi aconteceu em novembro do ano passado, em São Paulo, quando derrotou o colombiano Francisco “Vu
Yamaguchi Falcão teve ajuda nos treinos do lutador de MMA Rodrigo Marinho e do técnico de MMA Rômulo Agulha (Foto: Richard Pinheiro/GloboEsporte.com)Yamaguchi Falcão teve ajuda nos treinos do lutador de MMA Rodrigo Marinho e do técnico de MMA Rômulo Agulha (Foto: Richard Pinheiro/GloboEsporte.com)



BOXE-2016sitejpg.jpg

quarta-feira, 2 de março de 2016

Teresa Teng & Miyako Harumi Osaka Shigure





Essa é uma postagem de um fâ que apresenta uma cantora taiwanês com uma voz inesquecível doce, angélica, Teresa Teng.



Aqui ela canta uma versão abreviada de "Osaka Shigure 'com a bem conhecida cantora enka japonês, Miyako Harumi.



Como pode ser visto, a Teresa que se pode ver nesta vídeo mostra uma Teresa nos seus anos posteriores.



Esta poderia ser uma de suas performances mais tarde na TV japonesa antes de passar de repente e abruptamente para os céus celestiais.



Ah, como ela faz falta!

Google permite-lhe estar no Japão antes e depois do desastre de 2011

Google permite-lhe estar no Japão antes e depois do desastre de 2011

O serviço de cartografia digital Street View do Google publicou hoje novas imagens que mostram toda a costa nordeste do Japão antes e depois do maremoto de março de 2011.

© Lusa
Nagaoka, Miyagi
Damaged houses are removed and only flat land remains.
June, 2008
July, 2011
A poucos dias do quinto aniversário da catástrofe, que causou mais de 18 mil mortos e desaparecidos e o pior acidente nuclear após Chernobil (abril de 1986), a empresa norte-americana de serviços 'online', Google,  apresentou novas imagens digitais, a 360 graus, de 82 municípios da região.
As imagens mostram, entre outras localidades, a cidade de Onaga, na prefeitura de Miyagi, onde se está a elevar o solo, a diferentes níveis, como medida contra as ondas gigantes.
Nas fotografias de Namie, poucos quilómetros a sul da acidentada central nuclear de Fukushima Daiichi, é possível ver edifícios danificados e abandonados. A localidade foi completamente evacuada e as autoridades proibiram a entrada na zona depois do acidente nuclear.
"Esperamos que as fotos possibilitem a todos uma comparação entre o passado e presente nas áreas afetadas e uma reflexão sobre a recuperação da região", indicou Wakaba Ohkura da equipa Google Japão à cadeia pública japonesa NHK.
As imagens, obtidas pela Google logo após a catástrofe de 11 de março de 2011 e durante os trabalhos de reconstrução posteriores, fazem parte de um projeto criado no mesmo ano da tragédia para memória futura.
O projeto inicial, denominado  "Mirai e no kioku"(recordações para o futuro), foi lançado pela empresa norte-americana em maio de 2011 para levar as pessoas a partilhar e comentar fotografias das áreas afetadas antes e depois do 'tsunami'.
Em julho do mesmo ano, a Google lançou um outro projeto para estabelecer um arquivo digital de imagens das zonas mais afetadas através do serviço Street View.
Mensagem de Google Maps:
Google Maps lançou sua primeira atualização completa das imagens Street View capturado na região de Tohoku. Esta nova aparência, em comparação com o publicado pela primeira vez em 2011, permite que o mundo para ver as paisagens se recuperando lentamente dessas áreas duramente atingidas pelo tsunami dois anos atrás. Para ver o Street View em 2011, escolha "Depois (2011)" na definição Street View.
Futaba Machi, Fukushima
Fukushima Exclusion Zone near Futaba Station.
July, 2013
Fukushima Exclusion Zone, a house damaged from the earthquake still abandoned to date.
July, 2013

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Todos juntos contra o Aedes aegypti

Todos juntos contra o Aedes aegypti

O governo do Estado de São Paulo criou uma Sala de Comando e Controle Estadual das Arboviroses para monitorar a presença do Aedes aegypti no Estado e a evolução dos casos de doenças transmitidas pelo mosquito: dengue, chikungunya, zika vírus e febre amarela.
A força-tarefa irá reunir a Sucen (Superintendência de Controle de Endemias), Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado, Defesa Civil e Exército. A sala de comando irá funcionar no Centro Integrado de Comando e Controle Regional, situado no bairro da luz, na capital paulista.
Haverá, ainda, a participação da União Estadual dos Estudantes de São Paulo, que irá promover ações em universidades do Estado de São Paulo visando à conscientização sobre a importância do combate ao Aedes.
“É fundamental que a população seja parceira do poder público e contribua no sentido de eliminar focos do mosquito, uma vez que 80% dos criadouros estão no interior das residências”, afirma David Uip, secretário de Estado da Saúde de São Paulo.


Todos juntos contra o Aedes Aegypti