terça-feira, 26 de abril de 2016

Emojipedia

O emoji inspirado em uma obra de arte - e outros significados desses símbolos tão populares

O emoji inspirado em uma obra de arte - e outros significados desses símbolos tão populares

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Alguns dos mais populares emojis – carinhas e símbolos que ajudam a expressar alegria, tristeza, surpresa ou decepção em nossas mensagens online – têm um significado ou uma história não tão óbvia por trás.
Esses significados ocultos começaram a ser pesquisados em 2013 pelo desenvolvedor de software australiano Jeremy Burge.
Como resultado de sua pesquisa, Burge criou a Emojipedia, uma espécie de dicionário de emojis no qual ele explica o que cada um deles representa, qual é sua aparência em cada plataforma de telefonia celular e desde quando eles existem.
Os emojis nasceram no Japão na década de 1990. Fabricantes de celulares como a Apple começaram a incorporar esses símbolos em seus telefones, até que eles passaram a ser usados por milhões de pessoas diariamente.
Membros da Unicode Consortium, a organização que padroniza códigos dos emojis no mundo inteiro, disseram à BBC Mundo que entre suas responsabilidades não está a de definir os significados dos símbolos.
Por isso o trabalho de Jeremy Burge é muito útil para quem quer saber o que há por trás dos símbolos que fazem parte da vida cotidiana moderna.
"Todos os emojis têm nomes oficiais. Este é um ponto de partida para saber o que os ícones significam", disse Burge à BBC Mundo. "Agora este é o meu trabalho em tempo integral". Veja abaixo algumas das descobertas mais interessantes de Burge:

1. Os três macacos 
Reprodução

Os emojis dos três macacos tapando os olhos, orelhas e boca, são os que ilustram os proverbio japonês "Não ver o mal, não ouvir o mal, não falar o mal", segundo Burge. A duas horas ao norte de Tóquio, no santuário xintoísta de Toshogu, construído na primeira metade do século 17, podem ser encontradas as esculturas com estes três macacos.
Geralmente os símbolos dos macacos são usados em tom de brincadeira para dizer que alguém não quis ver, escutar ou falar alguma coisa. O terceiro deles, o que tapa a boca, se usa às vezes também como promessa de guardar um segredo.
Apesar de não atribuir nenhum significado a eles, a Unicode Consortium incluiu o provérbio no nome oficial desses emojis: "See-no-evil-monkey", "Hear-no-evil-monkey" e "Speak-no-evil-monkey" ("O macaco que não vê o mal", "O macaco que não ouve o mal" e "O macaco que não fala o mal", em tradução livre).

2. As coelhinhas 
Reprodução

O significado do emoji das duas mulheres com orelhas de coelho pode ser bem óbvio no Japão: lá, as mulheres com orelhas de coelhos são sinônimo de sensualidade. Segundo a Emojipedia, estas mulheres também podem ser vistas como um Kemonomimi: algo que, no mundo da animação japonesa é definido como um humano com características animais.
Hoje, esse emoji é frequentemente usado para expressar alegria ou diversão entre meninas ou grupos de amigas.

3. Código 
Reprodução

O emoji do cadeado com a chave tem algo escondido. Quando se amplia a imagem é possível ler um código na chave: UM242. Segundo a Emojipedia, esse código pertence a um tipo de chave real, criado pela empresa de design americana Herman Miller.
A empresa nasceu no Estado do Michigan no início do século 20 e produziu móveis e peças que se transformaram em clássicos de design para casas e escritórios.

4. A mensagem do livro: 'Isto é para os loucos' 
Reprodução

Jeremy Burge garante na Emojipedia que o símbolo do livro aberto de capa azul tem uma mensagem, originalmente em inglês.
"Isto é para os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os criadores de caso. Os que são peças redondas nos buracos quadrados. Os que veem as coisas de forma diferente. Eles não gostam de regras. E eles não têm nenhum respeito pelo status quo."
O texto é parte da famosa campanha de publicidade da Apple Think Different ("Pense diferente", em tradução livre), lançada no fim dos anos 90. O emoji do livro foi lançado em 2010. Sobre esse emoji, a Unicode disse à BBC Mundo que a organização não tem nada a ver com a Apple.

5. O grito 
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O pintor norueguês Edvard Munch não poderia imaginar que o personagem anônimo de sua famosa obra O Grito estaria nas mãos de pessoas espalhadas pelo mundo todo mais de cem anos depois.
O emoji de uma pessoa gritando com expressão de horror e mãos nas bochechas foi inspirado no quadro de Munch. A página da Unicode Consortium inclui o nome do artista nas etiquetas para localizar o ícone.
Algumas versões dos aparelhos da Samsung acrescentam um fantasma saindo da boca do emoji. A pintura O Grito data do fim do século 19 e existem quatro versões dela. O emoji existe desde 2010.

6. Data importante 
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O emoji do calendário traz a data 17 de julho, que coincide com o dia em que Steve Jobs apresentou o aplicativo exclusivo de calendário para Macs, o iCal, na MacWorldExpo de 2002. Desde 2014 essa data também é o Dia Internacional do Emoji, criado pelo próprio Jeremy Burge.
"Achei que o dia 17 de julho seria uma data perfeita para comemorar", disse Burge à BBC Mundo. O símbolo do calendário foi lançado em 2010.

7. Fezes 
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O emoji em forma de fezes parece, segundo a Emojipedia, um sorvete de chocolate. Geralmente ele é usado para fazer piada com alguém. Mas, segundo a cultura japonesa, é um símbolo de boa sorte.

8. Ogro e duende japoneses 
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O emoji vermelho com dentes separados, chifres e cabelo desarrumado se chama ogro japonês, segundo a Unicode. Ele representa um ogro chamado Namahage. Durante a noite de Ano Novo no noroeste do Japão, frequentemente são usadas máscaras com esse rosto. 
A lenda afirma que o ogro sai para buscar crianças que tenham se comportado mal e também para afugentar os espíritos malignos das casas. 
A máscara vermelha com sobrancelhas grossas e expressão assustadora é um duende japonês, segundo informações da Unicode. As duas criaturas são usadas pelos usuários do WhatsApp desde 2010.

9. Rezando?
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As mãos juntas são frequentemente usadas como um símbolo de oração, para pedir algo com "fé" ou até para o famoso "toca aqui" ("high-five"). Em alguns celulares o emoji aparece até com raios de luz em volta. Na cultura japonesa, as mãos juntas são usadas para pedir desculpas ou agradecer.

10. Cara de sono 
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Este emoji parece expressar uma pequena tristeza. Mas essa não é a mensagem original. Na verdade o ícone representa uma cara de sono, e a gota que sai dela é uma bolha de muco ou baba, de acordo com a Emojipedia. A Unicode chama este emoji de "Sleepy Face" ("cara sonolenta").
Os personagens de anime e mangá frequentemente recebem o desenho de uma gota parecida no rosto para indicar que estão dormindo.

domingo, 24 de abril de 2016

Chefs contam segredos para fazer um hambúrguer perfeito; veja 13 receitas

Chefs contam segredos para fazer um hambúrguer perfeito; veja 13 receitas

Redação Bonde - 22/04/2016 -- 13:00
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Não tem como negar: fim de semana combina com sanduíche. Mas, apesar da onda crescente de sanduicherias, hamburguerias e festivais gastronômicos, há quem não abra mão de preparar pessoalmente o lanche da família. E se você é um destes 'chefs', não pode perder o especial desta semana, com 13 receitas de hambúrguer e dicas espertas para fazer sanduíches originais e cheios de sabor. Tem até opções vegetarianas.

Fazer um hambúrguer em casa parece uma missão simples, mas não é bem assim. Quem pensa que preparar a iguaria é apenas unir a carne da preferência com temperos a gosto está enganado. Para um sanduíche cheio de sabor, e de dar água na boca, é preciso escolher os ingredientes certos. A rapidez e facilidade no preparo não deixa de fora os cuidados especiais.

O primeiro passo para ter um sanduíche rico em sabor é escolher os ingredientes certos, assim como a forma de prepará-los. A começar pela carne escolhida na hora de fazer o hambúrguer artesanal. Pode ser fraldinha, alcatra, contrafilé, file mignon ou picanha - e até frango, pernil ou carne de cordeiro. O importante é estar fresca e ser finamente moída. O tomate cortado em rodelas, o alface fresco, o queijo levemente derretido, garantem ainda mais sabor ao hambúrguer.

História

As pesquisas sobre comida indicam que o hambúrguer, como conhecemos hoje, é descendente direto de uma necessidade: conservar a carne. Muito antigamente, quando ninguém sonhava com fast food, picar e temperar era um jeito de preservar a carne para suportar longas distâncias em viagens, por exemplo. Por volta dos séculos XVI e XVII, essas técnicas começam a ganhar contornos mais parecidos com os que conhecemos hoje.

O sanduíche de hambúrguer, produto da culinária germano-americana, só tomou forma no século XX, quando surgiram as primeiras redes de lanchonetes de hambúrguer, depois imitadas por quase todo mundo. Desde o sistema White Castle, estabelecido em 1964, até a revolução das empresas alimentícias Burger King e Mc Donald's, o sanduíche de hambúrguer consolidou-se como uma invenção americana. E símbolo do fast food.

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Dicas para fazer um hambúrguer perfeito

Os chefs Benny Novak, do 210 Diner, e Bruno Fischetti, da hamburgueria PJ Clarke's, ambos de São Paulo, listaram dez dicas para quem quer fazer um hambúrguer perfeito em casa. Anote:

1.Ingredientes

O hambúrguer suculento e macio não incorpora ovo, farinha ou outro produto. Só carne. É preciso certificar-se que a carne seja moída na hora, que a máquina de moer esteja limpa e sem sobras de outras peças.

2. Como dar liga à carne

A gordura ajuda a modelar e dar firmeza ao hambúrguer, além de irrigar e dar sabor à carne durante o cozimento. A proporção varia de acordo com o gosto do freguês, mas não deve ser superior a 20% ou inferior a 15% ou 10% do peso da carne, para os mais moderados.

3. Tipo de carne

O ideal é escolher uma carne bem vermelha, com quantidade de gordura razoável para equilibrar o sabor no cozimento. O que vale é a qualidade da carne, o frescor e a procedência.

4. Temperos

Cebola, salsinha, alho e pimentas variadas são ingredientes que muitas pessoas gostam de somar à carne moída. Porém, usar apenas sal e, se for do gosto, uma pitada de pimenta-do-reino já é suficiente. A orientação geral é colocar o tempero sobre o hambúrguer só na hora de chapear, grelhar ou fritar. Temperar antes pode desidratar a carne.

5. Tamanho

O tamanho do hambúrguer depende da preferência, mas ele interfere na textura, na suculência e, óbvio, na aparência do lanche. Um disco muito fino pode ficar duro e cozido além da conta. Os especialistas indicam algo em torno de 160 gramas e 250 gramas, com altura de altura de 1,5 centímetro e diâmetro de 10 centímetros. Numa frigideira caseira o ideal é apostar em uma porção de 160 gramas, já que o fogo não é tão potente quanto o das casas especializadas.

6. Chapa, frigideira ou grelha

O tipo de cozimento é um dos principais pontos que diferenciam os hambúrgueres. A chapa, por exemplo, tem o mesmo processo de cozimento que a frigideira, mas com uma pequena diferença: a temperatura. A chapa retém mais calor e chega a graus bem mais altos que a panela caseira, o que permite selar (tostar as superfícies, sem cozinhar internamente) com mais facilidade. Já a grelha tem como diferencial o sabor característico defumado que a brasa empresta à carne. De modo geral, discos mais altos ficam melhores na grelha e os mais finos na chapa ou frigideira, já que a água da carne se solta na superfície e pode cozinhar a em vez de tostar. A dica aqui é usar em casa aquelas grelhas ou chapas para fogão.

7. O ponto do hambúrguer

Quando a carne passa do ponto, ela perde em sabor e textura. A sugestão para que o produto não mantenha a umidade é chapear, grelhar ou fritar em no máximo 10 minutos, cinco para cada lado do disco.

8. Pão

Ciabata ou pão italiano combinados a uma boa mussarela de búfala, um suculento tomate e algumas folhas de rúcula formam uma saborosa combinação. Mas se a idéia é apostar no tradicional, o pão estilo americano, redondo e fofo, e que tem mais milho na receita, oferece um sabor mais adocicado que casa direitinho com a carne e o queijo. Também é importante que o pão esteja fresco e quente. A dica é passá-lo na chapa para tostar a superfície que ficará em contato com a carne. Como o centro da carne (principalmente as mal passadas) solta umidade depois do preparo, é indicado deixar que ela descanse antes de colocar no pão. Isso evita que ele fique molhado e desmanche na mão na hora de comer. (Com informações do IG)

Confira dicas de alongamento para evitar a temida dor nas costas

Confira dicas de alongamento para evitar a temida dor nas costas

Entenda por que praticar atividades físicas é fundamental para prevenir e tratar esse incômodo tão comum

Por: Greyce Vargas
23/04/2016 - 03h17min | Atualizada em 23/04/2016 - 03h32min
Confira dicas de alongamento para evitar a temida dor nas costas Divulgação/RBS TV
Foto: Divulgação / RBS TV
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% da população mundial sofrerá ao menos duas crises de dor na coluna na vida. A má postura desencadeia a maioria dos problemas nas costas. Dormir na posição errada, ficar muito tempo parado e tensionar os músculos – como quando ficamos ao celular – são situações que prejudicam o corpo, segundo os especialistas.
Antes de a dor chegar, dedicar alguns minutos por dia à saúde da coluna é o mais indicado. De acordo com fisioterapeuta e educador físico Leonardo Kovalev, praticar exercícios é a principal estratégia para manter as costas no lugar:
– Todos devem fazer alguma atividade física. Com a orientação correta, cardiopatas, quem sofreu um AVC ou mesmo pessoas acamadas podem realizar exercícios. 
Prevenir é sempre melhor, mas quando a dor nas costas já apareceu, a indicação para remediar o problema segue sendo a atividade física. O neurocirurgião Ericson Sfreddo, do Centro de Coluna do Hospital Moinhos de Vento, costuma "receitar" exercícios para quem chega ao seu consultório com dor:
– Fisioterapia local para acalmar o desconforto, alongamentos e movimentos que reforcem a musculatura são aliados no tratamento da dor. Ficamos de pé em razão da nossa estrutura óssea, dos ligamentos e da musculatura. Cada uma dessas partes tem uma responsabilidade, mas elas só são executadas se mantivermos a postura e dermos mais força para a musculatura e o exercício é muito importante para isso. 
Cuidados para cadaregião da coluna
A coluna pode ser dividida em três áreas. A cervical é a parte mais flexível das costas. Começa no pescoço e passa por sete vértebras. É nessa área que fica a conexão da coluna com a base do crânio. Dor no pescoço que irradia para os braços é a queixa mais comum feita aos especialistas.
– Há 10 ou 15 anos, o uso do computador era o que mais gerava dor nessa região. Agora, é bem comum perceber que a postura que mantemos enquanto estamos usando os smartphones também tem causado dores. O estresse é outro fator que causa desconforto na cervical, porque potencializa a contração irregular da musculatura do pescoço e dos braços – detalha Kovalev.
Tudo isso sobrecarrega os músculos e abre portas para a formação de nódulos, que comprimem as terminações nervosas e podem causar dores nos braços, tonturas, dores de cabeça e, em quadros mais agudos, até vômitos.
Na sequência da cervical está a região torácica, também chamada de dorsal. Dores nessa área são mais raras, diz Sfreddo. Quando ocorrem, podem irradiar para as costelas. Gestantes e obesos são os que mais costumam sofrer com esse tipo de incômodo por causa do deslocamento do centro da gravidade do corpo. Com muito peso na barriga, o equilíbrio é recuperado jogando a coluna para trás. Caso contrário, desaba-se para frente.
A terceira é uma das que mais carrega reclamações: a lombar, de acordo com Sfreddo, é a que mais sofre com a má postura.
– É uma região que também sofre quando levantamos muito peso. No entanto, as dores que aparecem nessa área se resolvem com mais facilidade. Em geral, são musculares. Poucas dores na lombar vão exigir mais atenção – explica.
Um dos problemas mais comuns na lombar, e que merece atenção, é a hérnia de disco, que gera compressão nervosa e instabilidade nas articulações da área.
– Essa instabilidade faz com que alguns músculos trabalhem mais e, então, a dor surge. Os sintomas são os mesmos da dor na região cervical, mas com magnitude maior. O principal mau hábito que prejudica a lombar é a má postura ao dormir – comenta Kovalev.


DICAS

SEM PESADELOS

– Quando dormimos, passamos muito tempo na mesmo posição. Portanto, deitar em uma posição ruim para a coluna tende a gerar dor. O fisioterapeuta e educador físico Leonardo Kovalev dá três dicas para dormir sem prejudicar a coluna.

– Quem dorme de lado deve usar três travesseiros. Um que mantenha a cabeça reta, nem alto nem baixo, um entre os joelhos e outro para abraçar. 

– Quem prefere dormir de barriga para cima tem de usar dois travesseiros: um para manter a cabeça reta e outro abaixo dos joelhos. Os braços devem ser posicionados sobre o peito ou barriga.

– Nunca durma de barriga para baixo.

PREVINA-SE

– Alguns exercícios podem ser feitos em casa e ajudam quem tem um desconforto muscular pontual, além de evitar que a dor apareça. 

– Eles devem ser realizados duas vezes ao dia, pela manhã e à noite, na cama.

SE A DOR CHEGAR...

Procure um especialista. Caso relaxantes musculares ou alongamentos não amenizarem o problema, um profissional precisa investigá-lo.

– Uma hérnia de disco não vai ser resolvida com exercícios, por isso é importante conversar com um médico. A maioria das pessoas chega ao consultório com dores que podem ser sanadas de forma simples. O alerta ocorre quando o paciente apresenta déficit neurológico, como perda de força nos braços ou nas pernas, dor que perdura por mais de três meses e história de câncer, por exemplo. A dor na coluna pode ser um sintoma de outra doença, e isso deve ser olhado – diz o neurocirurgião Ericson Sfreddo.