quinta-feira, 23 de maio de 2019

Saiba como deixar suas fotografias de viagem ainda mais bonitas


Saiba como deixar suas fotografias de viagem ainda mais bonitas


Fotógrafos do GLOBO ensinam técnicas para usar melhor celulares ou câmeras compactas
Eduardo Maia e Carolina Mazzi
23/05/2019 - 04:30 / Atualizado em 23/05/2019 - 11:01
Grupo de turistas tira uma selfie em frente ao Parthenon, em Atenas Foto: Christian Hartmann / Reuters
O que é mais importante: fazer um tour por uma atração turística ou publicar uma foto que “bombe” nas redes sociais ? De acordo com um levantamento realizado pelo site de busca de hospedagem Hoteis.com com 500 viajantes brasileiros, 41,4% preferem colecionar curtidas a visitar um ponto de interesse durante as férias. Outra pesquisa recente, esta da Booking.com, mostra que 28% dos 21.500 entrevistados em 29 países admitem que se hospedar em propriedades atraentes, onde possam tirar fotos para publicarem em suas redes , é algo que eles têm em mente ao escolherem uma acomodação.
Os números só reforçam a sensação de que a fotografia se tornou parte fundamental da viagem , sobretudo com a popularização de smartphones com lentes que não fazem feio  perto de câmeras tradicionais.
— O futuro da fotografia passa pelos celulares . São práticos, leves e estão sempre disponíveis para fazer a foto no momento em que a oportunidade aparece — diz Ana Branco, repórter fotográfica do GLOBO e entusiasta das câmeras dos smartphones, que já realizou exposição apenas com imagens feitas com um Nokia durante uma viagem à China, em 2008. — Em muitas viagens, levo apenas o celular. Nas que faço com câmeras fotográficas, fico satisfeita com o resultado obtido em ambos os equipamentos. São linguagens diferentes.

Luz exterior

Mulher posa com uma lhama em Machu Picchu, no Peru Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo
Linguagens e equipamentos diferentes, mas que dependem igualmente do olhar e de algumas regrinhas básicas de fotografia, como se posicionar com o sol às costas, deslocar o objeto da foto para os cantos ou usar algum componente para criar uma noção de perspectiva (como linhas de uma estrada ou montanhas, e pessoas em contraste com a paisagem).
Fotografar nas primeiras horas após o amanhecer e pouco antes do pôr do sol é outra dica importante. Quanto mais perto do meio-dia, mais difícil encontrar um equilíbrio entre luz e sombra. E, em caso de selfies, o recomendável é levantar um pouco o braço, para pegar o rosto de cima para baixo.

Outra regra de ouro é aproximar a lente do objeto ou do personagem a ser fotografado.
— Em fotos em pontos turísticos, é muito comum a pessoa fotografada estar pequenininha lá no fundo — avalia a fotógrafa Márcia Foletto, outra integrante da equipe do GLOBO. — A vontade de mostrar tudo é o caminho para deixar a foto confusa. Costumo dizer aos amigos: “Enquadre a pessoa na frente do cenário; e quando achar que já está bom, dê cinco passos para a frente.”

Planejamento é tudo

Mesmo para quem clica apenas por prazer ou vontade de eternizar um momento, planejamento é importante, como defende Custodio Coimbra, também do time fotográfico do jornal.
— Uma dica é pesquisar o local antes de viajar, para saber o que dali é realmente único, algo que pertença à cultura local, e que vai render uma imagem interessante — sugere ele. — Também vale pesquisar outras imagens já feitas naqueles locais que escolher. Não para copiar, é claro, mas para ver, por exemplo, o posicionamento do sol, como é a a luz, que ângulos vale tentar.
guia rápido
de fotografia
1
Fique a favor do sol
Posicione-se sempre com a fonte de luz (o sol,uma luminá-ria) às suas costas. A não ser que o efeito desejado seja exatamente o contraluz
2
Chegue bem perto
Retratos ficam melhores com a câmera mais próxima da pessoa
3
Fuja do centro
Para uma imagem mais atraente e menos convencional, tente colocar seu tema fora do centro do quadro (habilitar a grade de alinhamento nas configurações da câmera pode ajudar)
4
Mude o ponto de vista
Tente ângulos diferentes. Para clicar cachorros, por exemplo, abaixe o aparelho até a altura da linha de visão do animal.
5
Para o alto e avante
No caso de selfies, o ideal é posicionar a câmera um pouco mais para o alto
6
De olho na geometria
Explore as linhas já existentes do cenário, como estradas, contornos de montanhas ou fachadas de construções, para dar uma noção de profundidade
Ilustrações: André Mello

Como tirar melhor proveito da câmera do celular

Homem caminha na barreira de corais de São Miguel dos Milagres, em Alagoas, em foto de Ana Branco feita com aplicativo Hipstamatic Foto: Ana Branco / Acervo pessoal
Foi-se o tempo em que o equipamento fotográfico precisava ocupar parte significativa da bagagem do viajante. Mesmo fotógrafos profissionais já admitem dar férias a câmeras e lentes quando não estão trabalhando, e usar os celulares para registrar suas viagens com mais agilidade e menos peso.

Ana Branco, do GLOBO, faz parte desse time. Ela usou basicamente seu iPhone em viagens recentes, seja a Alagoas ou à Itália:
— Celulares, com suas lentes grande angulares, são ótimos para fotografar paisagens amplas. Mas por serem leves e muito fáceis de carregar, são bons também para registrar detalhes que ajudam a contar a história de uma viagem.

Editar durante a própria viagem

Detalhe em Civita di Bagnoregio, na Itália, fotografado por Ana Branco com seu celular, com o aplicativo Hipstamatic Foto: Ana Branco / Acervo pessoal
Para ela, um efeito colateral da facilidade propiciada pela tecnologia é uma certa "compulsão de fotos", com pessoas registrando praticamente tudo. A solução? Começar o processo de edição durante a viagem, elencando prioridades do que se quer clicar.
— A dica é pensar num álbum de fotos que você mostraria aos outros, ou que gostaria de ver — diz. — Se for a um museu, por exemplo, faça uma foto da fachada e outra com você e sua companhia em frente. Depois, dedique-se aos detalhes e a aquilo que só as imagens podem explicar.
Dedicar alguns momentos no final do dia para apagar as imagens repetidas, ou que não ficaram tão boas, também faz parte desse trabalho de edição, segundo a fotógrafa.

O que evitar

Apesar de reconhecer a qualidade técnica dos aparelhos modernos, ela lembra que eles têm limites. O zoom é o maior deles:

— Não use o zoom do celular. É a ferramenta da preguiça. As fotos não ficarão boas. Em vez disso, se aproxime daquilo que deseja fotografar. É melhor registrar o quadro mais aberto e depois, na edição, aproximar a imagem.
Também se deve evitar o flash, a não ser que a ideia seja fotografar alguém num ambiente escuro:
— Procure um ponto de luz, coloque a pessoa contra ele e fotografe com flash. Assim, você garante a iluminação no rosto dela e no ambiente ao redor.

Em busca do clique perfeito

Estrela-do-mar no Parque Nacional del Este, na República Dominicana, em foto feita por Custodio Coimbra Foto: Custódio Coimbra / Agência
Assim como as lentes do celulares evoluíram, os recursos das câmeras compactas e semiprofissionais também melhoraram com os anos. Então, para ir além das fotos para exibir nas redes sociais, vale a pena investir nelas. É o que garante Márcia Foletto, repórter fotográfica da equipe do GLOBO.
— Para imagens mais gerais, o celular funciona bem — avalia a profissional. — Mas se você quer pensar em detalhes, é importante ter lentes zoom diferentes, que conseguem alcançar amplitudes e ângulos maiores. Existem ótimas câmeras compactas com esses recursos, algo de que as lentes dos celulares não são capazes.
Estas características são fundamentais especialmente para situações mais adversas, explica Custodio Coimbra, também repórter fotográfico do time do GLOBO:

— Se você está fotografando algo em movimento, ou num local sem luz, é importante ter um equipamento que permita regular seus recursos com mais precisão.
Os principais são a velocidade em que o obturador abre e fecha, deixando passar a luz (o tempo do “clique”). E o diafragma, que é o diâmetro da abertura das lentes e que define a quantidade de luz que entrará na câmera. Quanto maior for a abertura, mais luminosa será a foto.
E para registrar aquele prato de comida especial, ou tirar foto em locais muito cheios, esses recursos ajudam? A seguir, os dois profissionais dão dicas de como fazer o melhor uso da câmera fotográfica nessas e em outras situações de viagem.

À noite

Mascarado durante a Festa do Divino em Prinópolis, no interior do Goiás: exemplo de fotografia no lusco-fusco ao anoitecer, por Custodio Coimbra Foto: Custodio Coimbra / Agência O Globo
Fotografias noturnas precisam de luz e foco. Dificilmente, o viajante estará com um tripé na mala. Então, a alternativa é escorar a câmera ou o celular em algum local e usar o timer. Assim, não há risco de tremer ao clicar, diz Márcia.
— Mas lembre-se de que a foto pode ficar muito mais interessante se for feita no “lusco-fusco”, quando o céu ainda não ficou completamente negro ao anoitecer. Pode ser uma boa observar o horário em que o sol se põe na cidade onde você está e planejar o momento ideal para se estar.

Em movimento

Pulando de parapente ou dentro de uma gruta? Nessas horas, a lente da câmera faz toda a diferença. Segundo Custodio, para locais de baixa luminosidade, além da velocidade e da abertura do diafragma, é importante calcular o ISO (a sensibilidade da lente) para que ela absorva o máximo de luz possível:

— Já para fotos em movimento, é preciso aumentar bastante a velocidade, porque isso evita que a foto fique tremida, sem foco. Nesses casos, quem puder investir numa lente grande angular não vai se arrepender.

Paisagem

A composição da luz ao amanhecer com a paisagem do Parque de Itatiaia, em registro de Márcia Foletto Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo
Observar a posição do sol é fundamental, afirmam especialistas. O ideal é que o astro esteja bem atrás do fotógrafo, para que a imagem tenha uma luz uniforme. A regra básica, enfatiza Custodio, é lembrar: as três primeiras horas do dia (e as três últimas) são sempre as melhores para aproveitar a luz. E, embora a paisagem esteja ao fundo, evite que coisas desinteressantes apareçam na frente, alerta Márcia.
— Como é uma foto sem movimento, é preciso ficar atento à profundidade , fotografando com o diafragma mais fechado.
Uma foto de paisagem correta do ponto de vista técnico é, portanto, feita de um horizonte reto (sem cortar itens importantes), tem um elemento principal (em geral, em primeiro plano) e a exposição à luz é precisa, como esta ao lado.
—A dica é usar a chamada regra dos terços — lembra a fotógrafa Márcia Foletto. — Divida a imagem em duas linhas verticais e duas linhas horizontais. A interseção desses pontos é a área em que nosso olho tem mais atenção. Mantenha o assunto principal da foto nesses pontos.
Retratos
A melhor forma de fazer um retrato, sem perder o foco na pessoa e ainda assim mostrar o visual em torno, é se aproximar dela, enquadrando-a no centro ou na lateral.
— Uma das melhores posições é enquadrar a pessoa da cintura para cima, em plano americano, como chamamos. Assim, ela fica numa proporção harmônica com o fundo da imagem.
Jovem da aldeia Wasare, da tribo Parecis, em Campo Novo do Parecis, no Mato Grosso, fotografado por Márcia Foletto Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

Comida

Foto de gastronomia é um clássico nas redes, mas nem sempre funciona. Isso porque demanda precisão na luz e foco. Sim, dá um trabalhinho, mas vale a pena. O ideal é deslocar o prato e levá-lo para um local com uma fonte de luz. O fotógrafo deve se posicionar do lado oposto desse ponto de luminosidade. Se der, peça ajuda para alguém segurar um guardanapo branco e, ao seu lado, rebater a luz, o que vai direcioná-la para o foco da imagem, que é o prato em si.
— E simplificar a composição, sem muitos outros elementos, além da comida.
O zoom da câmera semiprofissional faz diferença. Usá-lo deixa a comida com mais volume e textura.

Aeroporto e avião

Fotos em aeroporto e avião exigem maior exposição à luz, pois costumam ser lugares escuros. O importante, por também serem espaços agitados, é ficar de olho no foco.
— Segurar a câmera com firmeza para não tremer ou apoiá-la em algum local firme e usar o timer são as melhores opções.
Quarto de hotel
Para uma foto do quarto, mostrando também a vista, a recomendação é fazer a imagem quando a luz acesa do quarto é igual à luz de fora. Isso acontece no amanhecer ou no entardecer
— Em outros momentos, o que acontece é que o brilho fica muito forte, e perde-se a nitidez das cores — diz Custodio Coimbra.
Measure
Measure

sábado, 18 de maio de 2019

Significado de Spoiler

Significado de Spoiler


O que é Spoiler


A palavra Spoiler, de origem inglesa, provinda do verbo spoil, que significa estragar, pode ser traduzida em português como espoliador, ou seja, aquele que estraga, que dilapida ou depreda.
A palavra spoiler refere-se a qualquer texto, imagem, vídeo ou gravação que faça revelações de fatos importantes, ou até mesmo revela informações sobre o conteúdo de algum livro, ou filme, sem que a pessoa tenha visto. Quando falamos de uma pessoa e a julgamos como spoiler, estamos falando de um estraga-prazeres, um indivíduo que se diz amigo e comenta sobre cenas de filmes e séries, por exemplo, prejudicando a apreciação de quem ainda não viu e sem saber que os outros estão interessados em ter a surpresa.
Um exemplo é contar sobre um filme, revelando que o assassino não é o mordomo, sendo que esta era a surpresa para o espectador. O spoiler geralmente age de forma inconsciente, seu desejo é dividir as emoções com os outros, sem se dar conta que as pessoas não querem saber.
O spoiler pode agir de forma inconsciente ao comentar sobre cenas de livros e filmes numa conversa, ou pode estar agindo de forma intencional e, quando age assim, geralmente acaba fazendo comentários apreciativos ou mesmo depreciativos a respeito de um filme ou série que ainda pretendemos ver.
Acontece também de muitas vezes o spoiler ser procurado por alguém que queira comentários sobre uma determinada obra, para saber se deve ou não assistir. Assim, quando for ver um filme, por exemplo, já vai com uma perspectiva diferente daquela de quem assiste pela primeira vez.
Na internet, atualmente, existem os spoilers profissionais, sites que são especialistas em divulgar informações que descobriram sobre séries e filmes e que querem antecipar essas informações aos fãs. Quando algum conteúdo do site se dispõe a revelar fatos sobre livros, séries ou filmes, usa-se a expressão spoiler alert.
Para a aeronáutica, spoiler são peças utilizadas nas asas de aeronaves com o objetivo de modificar sua aerodinâmica. Também na área automotiva existem spoilers: trata-se de um dispositivo instalado para melhorar a estabilidade, mais apropriados para carros esportivos e de corrida.
A área de psicologia criou uma pesquisa sobre spoiler, chamada “Story Spoilers Don’t Spoil Stories”, ou seja, “os estraga-prazeres não estragam histórias”, chamando a atenção para um fenômeno que surpreendeu: pessoas que leram livros ou viram filmes sabendo o final da história gostaram mais do que as pessoas que não sabiam. Assim, surpreendentemente, afirma-se que podemos gostar mais de filmes ou livros cujo final já sabemos do que sermos surpreendidos por uma expectativa de final.

domingo, 12 de maio de 2019

BEGIN/三線の花 Sanshin no Hana

BEGIN/三線の花 



BEGIN/三線の花

Sanshin no Hana



Sanshin No Hana


Itsu shika wasure rareta oji no katami no sanshin
Toko no made tanjyo iwai no shima zake ni motarete
Hokori wo yubidenadete yurunda ito makeba
Taikutsude tamara nakatta shima uta ga hibiita

Azayaka ni yomigaeru anata to sugoshita hibi wa
Yawara kana itoshi sade kono mune wo tsuki yaburi
Saita no wa sanshin no hana
Terebi no naname mukai no
Anata ga ita basho ni
Suwareba arumi no mado kara
Yoru tsuki ga noboru
Kazoku wo nagame nagara
Nomu sake wa donna aji
Nemuri ni tsuku mae no
Uta wa dareno uta

Yorokobi mo kanashimi mo
Itsu no hika utaerunara
Kono shima no tsuchi no naka
Aki ni naki fuyu ni tae haru ni saku sanshin no hana
Kono sora mo ano umi mo
Nani mo katani wa shinai
Kono shima ni atatakana
Kaze to nari ame wo yobi
Saita no wa sanshin no hana
Aki ni naki fuyu ni tae haru ni saku sanshin no hana




Flor do Sanshin

O sanshin que ganhei do meu avô esquecido em um canto

Ainda me recorda do sabor do saquê das festas de aniversário

Limpo a poeira com os dedos e estico as cordas frouxas pelo tempo

Para tocar a canção da Ilha que preenche minha solidão



Lembro-me claramente dos dias que passei nesta região

E com tamanha ternura que fizeram meu peito explodir

Onde as flores de sanshin brotavam

Sento-me aqui

Quase em frente ao televisor

E observo a lua aparecer

No outro lado da janela

Era este o sabor do saquê

Que eu bebia nas festas de família

E a música que eu ouvia

Antes de dormir



Se um dia eu conseguir cantar

A alegria e a tristeza

Enterradas nesta ilha

Que chora no outono, resiste no inverno, e na primavera florescem as flores do sanshin

Nem este céu, nem o mar

Parecem ter mudado

O vento quente

Ainda convidam a chuva para esta ilha

Onde as flores do sanshin brotavam

Chora no outono, resiste no inverno, e na primavera florescem as flores do sanshin


sexta-feira, 10 de maio de 2019

HANAMI - CEREJEIRAS EM FLOR - Rimi Natsukawa - Asadoya Yunta

HANAMI - CEREJEIRAS EM FLOR






Hanami – Cerejeiras em Flor (2008)


BLOG cinefletindo (1)BLOG Kirschblüten - Hanami (Doris Dörrie, 2008) ger (2A)

Uma doença terminal. A esperança de realizar um sonho. Mais do que um filme sobre a efemeridade da vida, uma narrativa sensível sobre a descoberta de si mesmo através do outro. Uma lembrança de que mesmo na brevidade, há tempo para mudança.
Para Juliano Mion, em ‘Cineplayers‘, “Hanami – Cerejeiras em Flor, da diretora alemã Doris Dörrie, é um filme que aborda de maneira bastante sensível mas com bastante sobriedade a questão da finitude da vida, do aproveitar a existência frente à consciência da morte, dos valores fundamentais como o elo afetivo entre as pessoas e a onipresença da vida no mundo em objetos e detalhes.”

 

Título Original | Inglês: Kirschblüten |  Cherry Blossoms

Direção: Doris Dörrie
Avaliação: IMDB_Logo_2016.svg 7,7 | Roger Ebert — images 81% | 91%


  A flor de cerejeira, chamada no Japão de ‘sakura’, encanta com suas delicadas pétalas e seu significado repleto de simbolismo, envolvendo o amor, a beleza, a renovação e a esperança.
Sua floração marca o fim do inverno e a chegada da primavera, início de um novo ciclo. Surgem os primeiros ventos quentes, nascem as primeiras folhas. É a época das flores, do acasalamento dos animais e o momento de iniciar o plantio.
Assim como o florescer da cerejeira é a mais brilhante manifestação de beleza na cultura japonesa, sua fragilidade, sendo espalhada facilmente pelo vento, mostra como a vida é passageira, lembrando que temos de viver o presente, aceitando o que a vida oferece, pois qualquer momento pode ser o último.
Complementarmente, a dança do Butoh – que surgiu no Japão pós-guerra e ganhou o mundo na década de 1970, funciona como uma importante analogia sobre a conexão do ser humano com o seu interior, uma lembrança de que tudo está em nós.

A dança (Butoh) não se ensina.
Está dentro de cada um de nós.
Primeiro tem que analisar sua vida;
quando entender sua própria vivência,
surgirá sua própria dança. 
— KAZUO OHNO (MESTRE DO BUTOH) —

Cerejeiras em flor e Butoh compõem uma metáfora única à transitoriedade da existência, às possibilidades de transformação e à verdadeira essência do ser humano: amor. Namastê!

Fonte: Refletindo com o cinema

Nosso objetivo é a autotranscendência.
— SRI CHINMOY —


Rimi Natsukawa - Asadoya Yunta


Hanami - Cerejeiras em flor - Filme completo tradução

Hanami - Cerejeiras em flor - Filme completo tradução


Sinopse: Trudi (Hanelore Elsner) vive um dilema, já que é a única pessoa a saber que seu marido Rudi (Elmar Wepper) tem uma doença em estágio terminal e precisa decidir se vai contar a ele ou não. O médico sugere que eles façam algo juntos, como realizar um velho sonho.

Especificações Técnicas:

País: Alemanha
Áudio: Alemão
Legenda: Português (ative a legenda em CC na opção ''PORTUGUESE'')
Definição: DVD
Fonte: Muito além da Netflix

Gênero: Drama, Romance Clique na imagem 2 x



Hanami CD2

Hanami CD2 - 

HANAMI - CEREJEIRAS EM FLOR




Luiz Nex

Publicado em 17 de jan de 2014






Trailer do filme ''Hanami, Cerejeiras em Flor"

Trailer do filme ''Hanami, Cerejeiras em Flor"

Entrevista com Bruno Saito - Hanami, Cerejeiras em Flor

Entrevista com Bruno Saito - Hanami, Cerejeiras em Flor



Publicado em 13 de jun de 2012
Em versão exclusiva para a web, o editor do jornal Valor Econômico Bruno Saito comenta o filme Hanami , Cerejeiras em Flor, produção alemã de Doris Dörrie. A nova temporada da Mostra Internacional de Cinema na Cultura é apresentada por Renata de Almeida e Cunha Jr.