quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Japão tem lições para dar sobre o mercado da longevidade

Japão tem lições para dar sobre o mercado da longevidade

Somente 15% das empresas já desenvolveram planos que atendam ao crescente número de idosos

Por Mariza Tavares, Rio de Janeiro
14/08/2018 06h00 Atualizado 14/08/2018 06h00
Vamos aos números da Global Coalition on Aging, entidade voltada para pensar e propor soluções para os desafios que vêm a reboque do envelhecimento da população mundial. 

Em 2050, haverá 2 bilhões de idosos no planeta, com um poder de compra de 15 trilhões de dólares, e somente 15% das empresas desenvolveram planos que atendam a esse contingente populacional. 

O mundo parece querer ignorar que a faixa etária acima de 80 é a que mais crescerá nas próximas décadas e que chegar aos 100 anos se tornará rotineiro. O que vemos é um muro de lamentações sobre como lidar com o “problema”, quando, na verdade, o que temos é que nos adaptar e criar condições para atender a esse novo perfil planetário.
População do Japão envelhece num ritmo superior ao de outros países: em 2065, os idosos representarão 40% do total (Foto: By Jordi Sanchez, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=53670151)
Um exemplo sobre a miopia do mercado, e essa sem relação com a longevidade: segundo a revista “Fast Company”, 68% das mulheres usam manequim 44 ou acima dessa numeração. Então por que as marcas ainda insistem em não fabricar roupas para a maioria, que fica restrita a um número restrito de lojas e modelos? Quem se aventurou nesse segmento entendeu que a ditadura da moda não é inclusiva, nem democrática. O Japão, cuja população envelhece num ritmo superior ao de outros países – em 2065, os idosos representarão 40% do total – já mudou as lentes para enxergar a questão. A revista “The Economist” recentemente registrou algumas iniciativas, como a de uma cadeia de academias de ginástica e musculação que fidelizou a clientela mais velha com descontos: hoje, 30% dos frequentadores passaram dos 60.
A gigante de cosméticos Shisheido abraçou a causa por razões bem práticas: esses clientes vivem mais, se mantêm ativos e têm recursos. Tem inclusive uma equipe de maquiadoras/esteticistas que ensina os truques de beleza para essa faixa etária. 

O ramo das creches para os pequenos está se adaptando para construir centros de convivência e as empresas de robótica desenvolvem soluções para garantir a independência dos idosos dentro e fora de casa. Uma outra lição que os japoneses aprenderam e que deveria ser seguida à risca: para fisgar esses consumidores, não se deve tratá-los como velhinhos. A maioria mantém hábitos que tinha décadas antes, com variações e adaptações de acordo com as limitações impostas pela idade.
Esse blog tratou do tema ao mostrar o trabalho do AgeLab, ligado ao MIT (Massachusetts Institute of Technology). Seu fundador e diretor, Joseph Coughlin, é um ativista da longevidade e prega uma cartilha com cinco pontos básicos. 

  • 1º: o envelhecimento não é um problema médico a ser solucionado, e sim um estágio da vida a ser reinventado. 

  • 2º: o mercado ainda oferece produtos pasteurizados e esteticamente inaceitáveis, quando os designers deveriam procurar encantar o consumidor. 

  • 3º: o “carimbo” de velho afasta o público, porque está associado a fragilidade e decadência, por isso o produtos devem ser simples, convenientes e charmosos, características que não têm idade. 

  • 4º: nem sempre é o idoso que faz a compra, portanto os sites e pontos de venda deveriam focar também na faixa etária entre 40 e 50 anos, ampliando a informação disponível. 

  • 5º: a tecnologia tem que entender e respeitar o consumidor. De nada adianta um lançamento inovador cujo manejo e manutenção sejam complicados.


Fonte: G1

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Doze dicas de Tony Robbins, o papa do coach

Doze dicas de Tony Robbins, o papa do coach

Famosos, como a família Abravanel e a atriz Ellen Rocche foram conferir a palestra do americano nesta quinta

O coach no palco da SP Expo: apresentação para 10 000 pessoas (Divulgação/Veja SP)
Considerado o “papa do coach”, o americano Tony Robbins fez sua primeira apresentação na América Latina na quinta (9), no SP Expo, na região do Jabaquara. Não apenas por conta de seus 2,01 metros de altura, trata-se de um gigante na área: cuida de personalidades como Arnold Schwarzenegger e o ator Anthony Hopkins e seus livros já venderam mais de 35 milhões de exemplares no mundo inteiro.
O evento começou às 8h e terminou às 20h, com diversas palestras. A exposição de Tony foi a última. Ele entrou no palco por volta das 15h e, por quase quatro horas, atraiu a atenção de mais de 10 000 pessoas (que pagaram ingressos enter 1 722 e 5 562 reais).
Na área VIP, diversas personalidades apareceram por lá, como a família Abravanel. Patricia, aliás, foi a mestre de cerimônia. “Ele ensina que todos temos a responsabilidade pelos problemas que enfrentamos e só nós podemos mudá-los”, disse Renata Abravanel, a filha “número seis” de Silvio Santos (que não apareceu por lá). Na primeira fila, cantaram, dançaram e se empolgaram com todas as atividades propostas por Robbins.
Além das “mulheres do dono do SBT”, estiveram por lá a atriz Ellen Rocche, o ator Daniel Boaventura e a empresária Cris Arcangeli (que registrou praticamente toda a palestra em seu celular).
A seguir, as doze dicas ensinadas pelo coach:
  1. Manter uma energia “alta” é o principal mandamento. A forma com que você se move, impacta em como você se sente e sua interação com os outros. Vale a pena manter a postura ereta, o diafragma expandido. “Dessa forma, recebemos mais oxigênio, o organismo reage melhor, você se sente melhor e começa um ciclo positivo na sua vida”, ensina o coach. “Mexer o corpo faz você se sentir vivo”, completa.
  1. De dieta a investimentos, no fundo, as pessoas sabem o que precisam fazer para transformar a vida, mas acabam adiando seus planos. Isso ocorre por causa de um ciclo chamado “momentum”, que engloba crença/certeza, potencial, ação e resultados. Se transformar a crença, transforma-se tudo.
  1. A maioria de nós tem um potencial ilimitado, mas acaba usando nem 50% desse poder por falta de crença.
  1. Há duas forças que influenciam nossas decisões: o estado atual e um modelo de mundo. Pelo menos uma vez por dia, vale a pena visualizar o objetivo, sentir como se tivesse alcançado esse ideal. Vale qualquer um, de amoroso a profissional.
  1. Segundo Robbins, a vida é a intersecção entre seus medos e seus desejos. Se o seu medo diminui e o desejo aumenta, o cotidiano vai melhorar.
  1. Geralmente, as pessoas começam a viver quando encaram a morte de perto. Aí, percebem que deveriam ter feito aquela declaração de amor, tomado uma determinada decisão profissional, etc… É preciso parar de procrastinar e viver cada dia com a consciência de que tudo pode acabar de uma hora para outra.
  1. Todos costumamos viver presos em uma própria caixa de crenças, sem olhar para o outro. Empatia é fundamental para uma vida de sucesso.
  1. Normalmente, as pessoas costumam culpar os outros pelos seus problemas. É falta de tempo, dinheiro, energia, educação, chefe chato, político corrupto… A questão: a mudança sempre começa por você. É preciso encarar cada obstáculo como algo pessoal e não ficar paralisado e “jogar” a questão para os outros.
  1. Emoções são o recurso supremo. Precisamos zelar por nossa criatividade, compromisso, determinação, certeza, flexibilidade, conexão, compaixão e visão.
  1. Se você interage com o outro com raiva ou medo, receberá do outro raiva e medo. Se demonstra cuidado, afeto, certeza e empolgação, receberá também essas qualidades do interlocutor.
  1. Você releva se uma criança briga com você, certo? Não fica chateado, nem leva para o pessoal, normalmente. Por que então se abalar por xingamentos de adultos descontrolados? Deveríamos manter esse mesmo distanciamento quando qualquer pessoa nos agride.
  1. Sinta o seu coração, relembre suas melhores emoções e projete para o futuro. Todas as respostas que precisamos estão em nossa vivência, emoções, enfim, em nosso coração.

terça-feira, 24 de julho de 2018

USP tem 4,2 mil vagas em cursos e atividades para terceira idade

USP tem 4,2 mil vagas em cursos e atividades para terceira idade

Vagas são para São Paulo, Ribeirão Preto, Piracicaba, Pirassununga, Bauru, Lorena e São Carlos; inscrições de 23 a 27 de julho
Grupos podem se inscrever em aulas da graduação oferecidas pela Universidade – Foto: Cecília Bastos / USP Imagens
A USP abriu as inscrições para as atividades do segundo semestre de 2018 do programa USP Aberta à Terceira Idade (Uati). Em sua 49ª edição, a iniciativa gratuita, realizada na capital e nos campi do interior, disponibiliza 4.279 vagas, divididas entre disciplinas regulares, oferecidas nos cursos de graduação da USP, e atividades complementares, que englobam cursos, palestras, excursões, práticas esportivas e didático-culturais. Os interessados não precisam ter vínculo com a Universidade e devem ter mais de 60 anos.
Propriedade Intelectual e Acesso à Informação, Biomecânica Aplicada, Comunicação Organizacional, Coaching de Bem-Estar e Saúde, Jornalismo Esportivo, Arte da Crônica e do Conto, Circuitos Elétricos e Produção Audiovisual em Comunicação Digital estão entre os 340 cursos disponíveis, que serão ministrados nos campi da USP em Bauru, Lorena, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto, São Carlos e São Paulo. Algumas disciplinas exigem pré-requisito, mas para a maioria nada é exigido.
Atividades esportivas exclusivas para idosos também têm vagas em programas como Dança Circular, Ginástica Adaptada, Musculação, Pilates e Treinamento Funcional. Além disso, serão oferecidas atividades culturais com especialistas de diversas áreas, como empreendedorismo e franquias, práticas com tablets e celulares, artesanato, atividades práticas de conservação e restauração no Museu Paulista, e aulas de viola, violão, piano, guitarra, canto e teoria musical.
Ao mesmo tempo em que disponibiliza vagas aos idosos e proporciona um intercâmbio geracional com os alunos da USP, o programa se posiciona como um polo de discussão sobre o tema do envelhecimento, com atividades e parcerias que vão além das disciplinas abertas especificamente a esse público.
“Esperamos, neste semestre, expandir ainda mais a nossa inserção na comunidade. E, para isso, além dos cursos que já fazem parte da programação do USP Aberta à Terceira Idade, faremos atividades culturais na Unibes, nas quais serão debatidos temas como ageismo (idadismo) – preconceito contra o idoso, violência contra o idoso, demência e cuidados, e cidades amigas dos idosos”, relata o médico Egídio Dórea, coordenador do programa.
Fora a parceria com a Unibes Cultural, o Uati firmou acordo com a rede de longevidade Lab 60+ com o intuito de trazer novas experiências para os participantes do programa. A cooperação prevê encontros, nos quais os frequentadores de diferentes gerações poderão trocar ideias sobre novas propostas de trabalho e formação de network.

Jornal Reproposta

Neste semestre, o Uati retoma um antigo projeto desenvolvido pelos idosos durante quase uma década: o jornal Reproposta. Criado em dezembro de 1997, durante a disciplina Aventura de Fazer Jornal, ministrada pelo professor Manuel Carlos Chaparro, o jornal bimestral com temas voltados para o público sênior foi realizado até julho de 2004 sob a supervisão do docente e, posteriormente, virou uma revista semestral orientada pela professora Cremilda Medina, ambos do Departamento de Jornalismo da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP.
Reproposta, que significa uma nova proposta para a vida após atingir a terceira idade, foi descontinuado há mais de uma década e, por sugestão de uma ex-aluna e participante do projeto, Dórea resolveu retomar a iniciativa no formato digital, com previsão de lançamento em setembro de 2018.
“No último dia do calouro do idoso, fui procurado por uma das antigas participantes da elaboração do jornal com um pedido para retomar o mesmo. Conversamos e concluí que foi e será um meio muito importante para que os próprios idosos tragam aspectos que eles consideram importantes. É uma forma de se expressarem e serem ouvidos. Montaremos uma equipe de coordenação e as edições serão publicadas a cada dois meses”, relata o coordenador do Uati.
Além do jornal, o Uati irá realizar, na sede da Unibes Cultural, uma exposição fotográfica produzida pelos alunos e ex-alunos com o tema Memória de São Paulo – Mesmo Espaço, Tempos Diversos.
Criado pela professora Ecléa Bosi, em 1994, o programa, que completou 24 anos de atividades ininterruptas, é uma iniciativa da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU) da USP.
Elcio Silva/ Assessoria de Comunicação da PRCEU
Serviço
Programa USP Aberta à Terceira Idade
A relação completa de atividades está disponível no site prceu.usp.br/3idade.
Inscrições para disciplinas regulares: 23 a 27 de julho − vagas limitadas disponíveis por ordem de chegada

Inscrições para as atividades complementares: cada unidade da USP define seu calendário de inscrição, por­tanto, é imprescindível observar as informações de cada atividade na consulta ao site
Todas as atividades são gratuitas e as inscrições são abertas para os interessados acima de 60 anos
Contato para dúvidas e informações: (11) 3091-9183, das 8h30 às 12 horas e das 13h30 às 17 horas , ou pelo e-mail 3idade@usp.br.

Teresa Teng - Um toque de amor - Todas as 12 músicas - Light Exquisite Feeling (full álbum)


Teresa Teng - Um toque de amor - Todas as 12 músicas - Light Exquisite Feeling (full álbum)



Este é o álbum inteiro de Teresa Teng, "Light Exquisite Feeling", publicado em 1983, apresentando alguns poemas escritos durante a Dinastia Tang do Sul (937-975) e a Dinastia Song (960-- 1279). De 100+ álbuns de Teresa Teng, considero este o melhor álbum Mandarin de sua carreira. Futuras gerações chinesas podem vislumbrar os ricos tesouros culturais do país através de sua mãe essas músicas. Para uma descrição geral deste álbum, por favor google " Dan dan qing ", ou" Light Requisite Feeling ".

Como meu foco, HKships4TeresaTeng2, é divulgar o legado de Teresa Teng além de sua base de fãs predominantemente asiática, eu tenho desde tradução completa Inglês de introdução verbal de Teresa Teng, bem como para estas 12 músicas poema. Por favor, entenda que é extremamente difícil de traduzir poesia clássica chinesa em contemporânea. No entanto, posso dizer honestamente que este tem sido o meu esforço mais ambicioso, mas honesto, em colmatar o fosso entre o Oriente e o Ocidente e em promover a apreciação da cultura chinesa através da música. Que nossa amada Teresa Teng representa.

Deixe-me agradecer melodydamor por ter combinado traduzido dan yuan ren changjiu Wish We Live Long Lives, de chinês para inglês comigo.Para a outra tradução conjunta Inglês, quem me conhece neste momento (você shui zhi Wo ci shi qing) Quem agora conhece meu sentimento, quero agradecer gctlcda.

Para proporcionar uma "sensação pessoal" mais próxima para os fãs, editei um clipe contendo 9 músicas, adicionei três vídeos de músicas do mesmo álbum que estão ausentes neste clipe.

Como três músicas são de um poeta em particular e três outras não têm introdução específica, eu reorganizei a ordem de apresentação, que é diferente daquela do formato Side A - Side B do CD de gravação, Mesmos doze poemas, como segue:

(From 02:13) 相看淚眼 (xiang kan lei yan), Teary Eyes At Each Other, 作詞:[宋]柳永《雨霖鈴》 Poem: Yu Lin Ling, by Liu Yong from the Song Dynasty (From 06:01) 芳草無情 (fang cao wu qing) The Grass Has No Feeling. 作詞:[宋]范仲淹《蘇幕遮》Poem: Su Mu Zhe, by Fan Zhong-Yan from the Song Dynasty. (From 09:03) 欲說還休 (yu shuo huai xiu) Refrain From Speaking My Mind 作詞:[宋]辛棄疾《醜奴兒》 Poem: Song of Ugly Slave, by Xin Qi-Ji from the Song Dynasty. After a specific introduction to Li Yu (李煜): (From 13:18) 胭 脂 淚 (yan zhi lei) Rouged Tears 詞牌: 烏夜啼 (Song lyrics: Bird Sings At Night) [南唐] 李煜 相見歡詞 (Southern Tang) Li Yu (Joyful Rendezvous). (From 16:16) 幾多愁 (ji duo chou) How Much Melancholy 詞牌: 虞美人 (Song lyrics: Papaver rhoea) Poem: Yu Mei Ren, by Li Yu of Southern Tang Dynasty. (From 19:48) 獨上西樓 (du shang xi lou) Alone Ascending The West Chamber. 詞牌: 哀思 (Grief / Ai si), segment of 相見歡 (Joyful Rendezvous), by Li Yu of Southern Tang Dynasty. Thereafter, each song has a special verbal introduction by Teresa Teng: (From 24:06) 但願人長久 (dan yuan ren chang jiu) Wish We Live Long Lives. 水調歌頭 Poem: Song By The River (shui diao ge tou) by Su Shi (蘇軾) from the Song Dynasty. (From 29:49) 思君 (si jun) Thinking Of You. 作詞:[宋] (李之儀)卜算子. Poem: Method To Divide Numbers, by Li Zhi-Yi from the Song Dynasty. (From 35:03) 人約黃昏後 (ren yue huang hun hou) Dating By Twilight. 作詞:[宋](朱淑真) 生查子 Poem: Lantern Festival, by Zhu, ShuZhen from the Song Dynasty. (From 39:17) 有誰知我此時情 (you shui zhi wo ci shi qing) Who Now Knows My Feeling. 作詞:[宋] (聶勝瓊) 鷓鴣天. Poem: Partridge Day, by Nie Sheng-Qiong from the Song Dynasty. (From 44:38) 萬葉千聲 (wan ye qian sheng) Echoes Of Countless Leaves. 作詞:[宋] (歐陽修) 木蘭花 Poem: Magnolia Flower, by Quyang, Xiu from the Song Dynasty. (From 48:35) 清夜悠悠 (qing ye you you) Lingering Clear Night. 词牌: [宋](秦少游) 桃源憶故人 Poem: Remembering An Old Friend In The Peach Orchard, by Qin, Shao-You from the Song Dynasty.

Teresa Teng vive 23 anos depois de sua morte

Teresa Teng vive 23 anos depois de sua morte




Teresa Teng, que vive 23 anos depois de sua morte
Mr. Liang  201806
Botsugo 23-nen iki tsudzukeru teresa ten 鄧麗 Kimi 201806 hōsō

A grande filha do povo chinês, para sempre o tesouro nacional da China, Flor Nacional da China --- Teresa Teng -- sua estética e excelente canto, modéstia e conquista de seu esforço eterno ... deve sempre ganhar o respeito e boas lembranças de todos os povos.
Mei é uma flor que simboliza a República da China (China).

Teresa Teng é o eterno orgulho e glória, que encantou desde os primórdios nos países da Ásia, notadamente no Japão.

Não pode assistir no Japão, Coréia, Nova Zelândia, EUA, México.

Fonte: You Tube

Teresa Teng (29 de janeiro de 1953 — 8 de maio de 1995), 42 anos, às vezes escrito Tang ou Deng, foi uma influente cantora pop formosana.
Conhecida por suas canções de música folclórica e baladas românticas, Teng fez imenso sucesso em lugares como China, Formosa, Hong Kong, Singapura, Malásia e Japão, sendo considerada hoje a contora mais famosa da Ásia e a sétima artista mais lembrada da década de 1980.
Gravou canções em mandarim, Vietnamita, cantonês, japonês, indonésio e inglês.

Biografia

Teresa Teng (em pinyin, Dèng Lìjūn; em chinês tradicional, 鄧麗君; em chinês simplificado, 邓丽君) nasceu em um vilarejo do condado de Yunlin, em uma família chinesa originária da província de Hebei. Ela foi educada na escola de educação secundária para garotas de Ginling. Desde criança recebeu vários prêmios de canto em competições de talento. 
O seu dom ajudou a sustentar a família durante o desenvolvimento econômico de Formosa (Taiwan) na década de 1960. Com a aprovação de seu pai, Teng deixou a escola para cantar profissionalmente.
Em 1968, ela experimentou a fama pela primeira vez ao participar de um conhecido programa musical, ela começou a cantar em 1967, que a levou a fazer contrato com gravadoras. 
Em seguida lançou vários álbuns. Em 1973, Teresa tentou atrair o mercado japonês através do programa Kōhaku Uta Gassen, recebendo um prêmio. Continuou a cantar em japonês, e a canção "Airport" (空港), de 1974, conquistou o país. 
Em 1979, Teresa foi forçada a deixar brevemente o Japão por ter um passaporte falso indonésio que fora comprado por 20 dólares. Na época as relações diplomáticas entre Formosa e Japão ficaram ruins por causa da entrada da China no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Sua popularidade então se expandiu para a Malásia e a Indonésia.
Terminado seu contrato com a Polydor em 1981, Teresa Teng assinou contrato com a Taurus Records para reestrelar no Japão. 
Foi em 1984 que se lançou o álbum mais aclamado de Teng, Light Exquisite Feeling (淡淡幽情), que contém doze poemas escritos pelas dinastias Tang e Song, em uma mistura com a música ocidental moderna e chinesa tradicional de vários compositores envolvidos em trabalhos anteriores de Teresa. A canção mais célebre é "Wishing We Last Forever" (但願人長久).  ( Veja pauta sobre esse álbum a seguir).
Entretanto, as tensões entre Formosa e China continuaram, o que significou o banimento de sua música, bem como de outros artistas, da China continental durante o começo dos anos 80, por serem "muito burgueses". Apesar disso, o mercado negro conseguiu trazer as canções de Teng a discotecas e, inclusive, a prédios governamentais, antes do banimento. Como ela tinha o mesmo sobrenome de Deng Xiaoping, algumas pessoas passaram a chamá-la de "Pequena Deng".
A casa de Teresa Teng.

Aos quarenta e dois anos, Teng faleceu de um severo ataque de asma enquanto passava suas férias em Chiang Mai, na Tailândia. Recebeu um funeral de Estado em Formosa, com a bandeira de seu país em cima de seu caixão. Seu corpo foi enterrado no cemitério de Chin Pao San, perto de Jinshan. Muitos fãs visitam o local, bem como a casa em Hong Kong que Teresa adquiriu em 1986.Em 1989, ela se apresentou em Paris durante o Protesto na Praça da Paz Celestial, cantando para estudantes e proclamando seu apoio à democracia. Em 27 de maio daquele ano, cerca de 300 mil pessoas compareceram ao concerto chamado "Canções democráticas dedicadas à China" (民主歌聲獻中華) em um autódromo de Hong Kong. Teresa Teng já havia sonhado em dar um concerto na China continental, tendo sido publicamente convidada pelo governo chinês, mas sua morte impediu que isso acontecesse.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Festival do Japão 2018 - 110 Anos Imigração Japonesa no Brasil

Festival do Japão 2018 - 110 Anos Imigração Japonesa no Brasil


O KENREN – Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil, promoveu a 21º edição do Festival do Japão entre os dias 20, 21 e 22 de julho de 2018, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, em São Paulo. Participaram milhares de pessoas do Festival.
O evento teve o objetivo de preservar e divulgar a cultura japonesa e manter as tradições para as novas gerações, representando as 47 províncias que compõem o país e auxiliando as entidades assistenciais da comunidade. A organização sempre é realizada por uma Comissão constituída por voluntários, com a colaboração oficial do governo do Japão, além do apoio da Prefeitura de São Paulo, Governo do Estado de São Paulo e Ministério da Cultura.
O Festival do Japão é considerado o maior evento da cultura japonesa no mundo. Dentro do 21º Festival do Japão, aconteceu a cerimônia de comemoração dos 110 anos de Imigração Japonesa no Brasil, com a participação de autoridades brasileiras (Federal, Estadual e Municipal) e também autoridades do governo Japonês e algumas Províncias. Foi um megaevento de altíssimo nível, para o orgulho dos expositores, dos voluntários, dos patrocinadores e da comunidade.
Um dos símbolos da cultura musical japonesa é o tambor chamado odaiko. O do festival é o maior do Brasil: tem 400 quilos com a base, e veio do Japão de navio. E, acredite, é funcional e utilizado em apresentações. Os tambores pequenos podem custar de R$ 6 mil, R$ 7 mil, até mais de R$ 10 mil. O do festival não tem um valor definido, mas os donos acham que vale o preço de uma casa. O barulho, pelo menos, é bem poderoso. Mas poderoso mesmo, e emocionante, é ver vários deles juntos. No sábado, a princesa do Japão, Mako de Akishino, participou do festival em São Paulo. E a quantidade de gente que afluiu ao pavilhão, mostra que a cultura japonesa caiu na graça do povo brasileiro.
Uma das partes mais esperadas e procuradas do evento é a nossa Praça de Gastronomia, com estandes de 46 das 47 províncias do Japão, representando a culinária típica de cada região, e entidades beneficentes da comunidade nikkey de São Paulo, num total acima de 500 pratos típicos. A cozinha tradicional “washoku” japonesa foi considerada como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, em 2013.
A influência mais gostosa, claro, é a comida. “Os japoneses chegaram aqui e quase não havia ingredientes. Então eles foram adaptando para poder comer uma comida mais próxima do Japão”, explicou o chef Jun Sakamoto. Teve também outras variadas atividades.
Cultura – oficinas, workshops e demonstrações culturais abertas ao público Exposições – ikebana, cerimônia do chá e exposição do tema do evento Shows – música, shows, teatro, bon odori, danças folclóricas e taiko (tambores) Artes Marciais – demonstrações e workshops das principais escolas Área das Crianças – oficinas gratuitas de cultura e recreação Área da Terceira Idade – atividades culturais e práticas para vida saudável Miss Nikkey Brasil – final nacional com representantes de todo Brasil Cosplay – Akiba Cosplay Summit, reunindo os melhores cosplayers do País

Teresa Teng - DVD 「テレサ・テン メモリアルTV 」Memorial TV





テレサ・テンDVD 「テレサ・テン メモリアルTV 」
Teresa Teng - Memorial TV

Coleção de filmes raros da diva asiática Teresa Teng inclui cenas de suas várias apresentações na TV durante os anos 80.

As músicas em destaque incluem "Tsugunai", "Aijin", "Toki no Nagare ni Mi wo Makase" e mais num total de 17 músicas.

Tempo de execução
58:39 minutos
Formato de dados Vídeo DVD
Codificação MPEG-2
Camadas de uma face / camada única
Proporção (s) 4: 3
Região 2
Categoria: J-POP, Enka
Legendas Algumas músicas
Faixa de áudio Estéreo PCM Linear Japonês
Etiqueta / DistribuidorMÚSICA UNIVERSA

Lista de músicas

0:00 Tsugunai 1
い ぐ な い (テ レ サ ・ テ ン 15 周年 記念 ス ペ シ ャ ル /1989.11.24)

3:42 Aijin - 2
愛人 (第 18 回 日本 有線 大 賞 /1985.12.5)

6:21 Toki no Nagare ni Mi wo Makase - 3
賞 の 流 れ に 身 を ま か せ (第 19 回 日本 有線 大 賞 /1986.12.5)

9:31 Wakare no Yokan - 4
祭典 れ の 予 感 (オ ー ル ス タ ー 輝 輝 演 祭典 祭典 / 1987.12.27)

13:12 Yoru no Jyokyaku - 5
リ の 乗客 (歌 の グ ラ ン プ リ /1975.6.24)

15:34 Yogiri - 6
賞 (東京 音 楽 祭 シ ル バ ー カ ナ リ ー 賞 / 1975.6.28)

18:27 Furusato wa Dokodesuka - 7
り る さ と ど こ で す か (ト ッ プ ス タ ー シ り り り り り / 1977.3.3)

20:30 Anata - 8
オ な た (ハ ナ キ ン ス タ ジ オ /1980.9.26)

23:14 Anata a Ikiru - 9
放送 な た と 生 き る (た ま り ま セ ブ ン 大 放送 / 1977.12.28)

24:39 Watashi para Anata Kitaguni no Haru - 10 - chinês
わ た し と あ な た 北国 の 春 (日本 作曲 大 賞 /1983.10.5)

26:11 Akacia no Haru - 11
夢 カ シ ア の 夢 (テ レ サ ・ ン ン ン ン ン ン ル ル ル ル ル ル ル ル / 1989.11.24)

29:11 Yoru no Heli Port - 12
ト の フ ェ リ ポ ー ト (テ レ サ ・ ン ン ン ン ン ン ル ル ル ル ル ル ル ル ル / 1989.11.24)

32:39 Koibito tachi no Shinwa - 13
大会 た ち の 神話 (東京 音 楽 祭 ア ジ ア 大会 / 1988.6.22)

36:44 Kanashimi a Odorasete - 14
HOT し み と 踊 ら せ て (HOT チ ャ ー ト 有線 /1991.7.10)

40:19 Hong Kong - 15
ル (テ レ サ ・ テ ン 15 周年 記念 ス ペ シ ャ ル /1989.11.24)

45:15 Kanashii Jiyu - 16
自由 し い 自由 (テ レ サ ・ テ ン 15 周年 記念 ス ペ シ ャ ル /1989.11.24)

51:26 Aijin - Toki no Nagare no Mi Mako - Kanashimi no Odorasete (medley) - 17
愛人 ~ 時 の 流 れ に 身 を ま か せ ~ 悲 み み 踊 ら せ て (ヒ ッ ト パ レ ー ド 90's / 1991.7.12)

Princesa Mako participa de Festival do Japão, realizado em São Paulo

Princesa Mako participa de Festival do Japão, realizado em São Paulo

Princesa Mako participa de Festival do Japão, realizado em São Paulo

A princesa do Japão, Mako de Akishino, é a principal convidada da 21ª edição do Festival do Japão. O evento, realizado em São Paulo, conta com o maior mostruário de quitutes japoneses do mundo. Mako, de 26 anos, é neta mais velha do imperador Akihito e retornará ao Japão no dia 31. O Brasil concentra a maior comunidade nipônica fora do Japão.
Na reportagem apresenta galeria de mais de 500 pratos típicos do Japão. Será avaliada para inclusão no Guiness Book.

Festival em SP comemora os 110 anos da imigração japonesa no Brasil


Edição do dia 21/07/2018
21/07/2018 21h53 - Atualizado em 21/07/2018 21h58
Festival em SP comemora os 110 anos da imigração japonesa no Brasil
Além de produtos e comidas típicas, evento teve show dos tambores odaiko, um símbolo da cultura musical japonesa.


Milhares de pessoas participaram neste sábado (21), em São Paulo, de um festival para comemorar os 110 anos da imigração japonesa no Brasil. E a festa, este ano, teve uma visita ilustre.

Há 110 anos, os japoneses chegaram ao Brasil, prosperaram e se misturaram. Alex Nakkai, pai da Eva Mayumi, uma menininha séria, é neto de japoneses. “A própria cultura de miscigenação no Brasil fez a tradição não ir diminuindo, mas abrindo espaço para outras gerações também ter relacionamentos com não-descendentes”, contou o analista financeiro.
Mas tem coisa que não muda. “O comportamento dele. Ele é uma pessoa bem organizada, bem metódica”, disse a nutricionista Haira Silveira Nakkai.
Neste sábado, a princesa do Japão, Mako de Akishino, participou do festival em São Paulo. E a quantidade de gente mostra que a cultura japonesa caiu na graça do brasileiro.

A influência mais gostosa, claro, é a comida. “Os japoneses chegaram aqui e quase não havia ingredientes. Então eles foram adaptando para poder comer uma comida mais próxima do Japão”, explicou o chef Jun Sakamoto.


Um dos símbolos da cultura musical japonesa é o tambor chamado odaiko. O do festival é o maior do Brasil: tem 400 quilos com a base, e veio do Japão de navio. E, acredite, é funcional e utilizado em apresentações. Os tambores pequenos podem custar de R$ 6 mil, R$ 7 mil, até mais de R$ 10 mil. O do festival não tem um valor definido, mas os donos acham que vale o preço de uma casa. O barulho, pelo menos, é bem poderoso. Mas poderoso mesmo, e emocionante, é ver vários deles juntos.