domingo, 6 de dezembro de 2015

História da Cometa

História da Cometa

Em 1937, o Dr. Arthur Brandi, um agrimensor que viria a ser cunhado do Major Tito, estava realizando um loteamento na região do Jabaquara, mas enfrentava dificuldades para vender os terrenos, pois este era um bairro longínquo e não havia transporte para o centro de São Paulo. Para alavancar as vendas, a única solução viável era criar e operar uma linha de ônibus, que ligasse o Jabaquara e a Praça da Sé. E quem assumiu esse desafio foi Tito Mascioli.
Na época, o sistema de concessões de ônibus urbanos funcionava mais ou menos como o atual regime de táxi. Então, foram compradas seis licenças e com elas nasceu uma empresa de ônibus urbano, a Auto Viação Jabaquara S.A.
Empreendedor, Tito Mascioli logo percebeu que havia um grande futuro no ramo de transporte de passageiros e passou a dar grande atenção ao setor. Em pouco tempo, a Auto Viação Jabaquara S.A. tornou-se a maior empresa de ônibus urbano de São Paulo, controlando 40% do transporte coletivo do município, com exemplar qualidade nos serviços prestados.
Os negócios iam bem, tanto no ramo imobiliário, quanto no de transportes, mas em 09 de março de 1947, com a criação da C.M.T.C. (Companhia Municipal de Transportes Coletivos), a Auto Viação Jabaquara S.A. foi encampada. Tito Mascioli chegou a ocupar o cargo de Diretor Tesoureiro da C.M.T.C. por um curto período, mas nem assim conseguiu receber qualquer indenização.
Contudo, Tito Mascioli já estava fascinado por trabalhar com transporte de passageiros e ainda em 1947 adquiriu a Empresa Auto Viação São Paulo-Santos Ltda., que foi constituída em 02 de fevereiro de 1943. Em 17 de fevereiro de 1948, a empresa passou a se chamar Auto Viação São Paulo-Santos S.A. e em 07 de maio de 1948 teve sua denominação alterada para Viação Cometa S.A.
O nome Viação Cometa surgiu em função do desenho que já existia na lateral dos ônibus da Empresa Auto Viação São Paulo-Santos Ltda. As cores originais da Cometa, azul e bege, foram inspiradas em um jogo de porcelana no qual o Ilmo. Maj. Tito Mascioli e sua esposa tomavam chá na Europa.

Uma crônica sobre a Viação Cometa, eleita a melhor empresa de ônibus

Uma crônica sobre a Viação Cometa, eleita a melhor empresa de ônibus

Empresa foi escolhida como melhor empresa de viagem de ônibus por 29% dos ouvidos pelo Datafolha na pesquisa sobre os melhores destinos e serviços de viagem. Veja aqui quais foram os critérios avaliados.
Ouvir o texto
Finzinho dos anos 70. Eu chegava correndo à antiga rodoviária de São Paulo, na praça Júlio Prestes, no centro da cidade. Depois de ter dado aulas o dia todo, passava rapidamente em casa para tomar um banho e apanhar algo que pudesse comer no caminho. E lá ia eu para a plataforma da qual, às 23h30, zarpava o leito da Cometa para São José do Rio Preto, aonde eu chegava um pouco antes das 6h da manhã, para trabalhar das 7h até o fim do dia.
O ônibus saía da rodoviária e, para evitar sacolejos e não fazer muito barulho, ia em baixa velocidade até entrar na rodovia, onde o motorista finalmente fazia trabalhar o potente motor Scania, que movia a impecável carroçaria "Dinossauro" (que depois se transformaria em "Flecha Azul"), azul-clara e bege, feita de duralumínio, exclusividade dos imponentes ônibus da Cometa. A esta altura, já tinha entrado em ação uma sempre eficiente rodomoça, que distribuía a cada passageiro algo para beber e um pacote do delicioso biscoito doce Boa Tarde (da Piraquê), que, salvo engano, lamentavelmente não é mais produzido.
O biscoito caía como um bálsamo complementar do meu parco "jantar" nesse dia. Depois disso, eu me acomodava na poltrona-leito, na esperança de dormir e só acordar quando, 438 quilômetros depois, o ônibus estivesse entrando em Rio Preto —pela avenida Alberto Andaló, caminho que ele faz até hoje.
Durante mais de duas décadas, trabalhei na cidade de São Paulo e em diversas unidades do interior paulista de um grande curso pré-vestibular. A Cometa me acompanhou em algumas delas, sobretudo em São José do Rio Preto, Sorocaba e Itapetininga. No inverno, na volta da querida Itapetininga, no ônibus que saía às 22h40 (via Raposo Tavares), era reconfortante observar a perícia e a tranquilidade dos motoristas na região de São Roque, onde normalmente a neblina não permitia que se visse um palmo diante do nariz. E lá ia o soberano Cometão, numa tocada suave, segura, no compasso do Bolero de Ravel.
Mas não foi nas viagens para trabalhar que a Cometa entrou na minha vida. Desde criança, quando eu passava pelo centro e via a pequena agência da empresa que havia por lá, a minha imaginação voava a bordo dos seus ônibus, que acabaram me levando algumas vezes ao Rio, a Belo Horizonte, a Curitiba.
Até hoje, quando estou numa rodovia, sinto-me seguro ao ver um Cometão, que, muitas vezes, age como guia confiável na hora de ultrapassar ou quando tento "ver" o que acontece adiante. Operação concluída, a troca de um leve toque na buzina entre mim e o motorista da empresa é sempre algo que me emociona. A Cometa mora no meu coração. É isso. 

Cometa é eleita a melhor empresa de ônibus pelo Datafolha

Pesquisa revela os destinos favoritos dos turistas paulistanos

Ouvir o texto
Pela primeira vez, o Datafolha investiga a hierarquia dos destinos turísticos no imaginário da classe média paulistana. Os melhores serviços relacionados ao setor de turismo também foram considerados na pesquisa.
Ao abordar os consumidores mais frequentes de viagens e turismo —os moradores de classes A e B que viajaram nos últimos 12 meses—, a pesquisa revela as preferências do segmento que mais alimenta o setor, na cidade do país que mais utiliza esses serviços.
Mesmo diante da crise econômica, que impõe restrições orçamentárias às famílias, os paulistanos permanecem fiéis ao desejo de visitar outros lugares, especialmente os destinos brasileiros.
Intenção de viajar
Pesquisa recente conduzida pelo Ministério do Turismo e pela Fundação Getúlio Vargas, realizada em julho deste ano, mostra que, de sete capitais avaliadas (Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo), a intenção de viajar a turismo nos próximos seis meses cresceu apenas entre os paulistanos. Em relação aos moradores das demais cidades, houve declínio em comparação com julho de 2014.
A mesma pesquisa mostra que a intenção de visitar destinos turísticos nacionais cresceu em comparação ao ano passado em detrimento das viagens para o exterior, reflexo direto da alta do dólar em relação ao real nos últimos meses.
Não por acaso, ao serem questionados pelo Datafolha sobre qual o melhor país para se viajar, os paulistanos apontaram com mais frequência o Brasil, empatado numericamente com os Estados Unidos.
E no Brasil, de acordo com os paulistanos, não há destino mais desejado do que o Rio de Janeiro.
Esse mapeamento inédito permite a todos os que trabalham, utilizam ou se interessam por turismo obter informações essenciais sobre o comportamento dos moradores da capital paulista nos raros momentos em que deixam de pensar em trabalho. 

sábado, 5 de dezembro de 2015

Machu Picchu passa a ser vista pelo Google Street View

Machu Picchu passa a ser vista pelo Google Street View

Templos, terraços e praças da lendária cidade inca estão em mapa virtual.
Machu Picchu foi construída no século XV sobre a cordilheira dos Andes.

Da AFP
Cidade inca de Machu Picchu, no Peru, entra no Google Street View (Foto: Reprodução/ Google Street View)Cidade inca de Machu Picchu, no Peru, entra no Google Street View (Foto: Reprodução/ Google Street View)

























A lendária cidadela inca de Machu Picchu (Veja aqui ), na região peruana de Cusco, agora pode ser percorrida por milhões de pessoas virtualmente através da ferramenta Street View, depois de um acordo entre o Google e o ministério da Cultura do Peru.

"A cidadela de Machu Picchu agora, pela primeira vez, poderemos visitá-la pelo Google Maps, descobrindo templos, terraços e praças que permaneceram intactas desde o século XV", informou nesta quinta-feira (3) o ministério em comunicado.
Segundo o governo, os internautas poderão apreciar o templo Principal, situado na parte mais alta de Machu Picchu, e percorrer a praça onde se encontram os jardins cerimoniais mais sagrados do local, que uma vez abrigaram celebrações sociais e religiosas para os incas.
A cidadela de Machu Picchu foi construída no século XV pelo imperador inca Pachacutec num território de bosques, sobre a zona oriental da cordilheira dos Andes, entre as montanhas Machu Picchu e Wayna Picchu. Recebe cerca de 3.500 visitantes por dia, segundo informações das autoridades turísticas.
Está na lista do Patrimônio Mundial da Unesco desde 1963.
O Google Street View é uma ferramenta que propicia imagens panorâmicas no nível da rua (360 graus de movimento horizontal e 290 graus do movimento vertical), permitindo aos usuários ver partes das cidades selecionadas e suas áreas metropolitanas adjacentes.

Adolescente chamado Bud Weisser é preso por invadir cervejaria... Budweiser

Adolescente chamado Bud Weisser é preso por invadir cervejaria... Budweiser
04/12/2015 às 21:20 - Atualizado em 05/12/2015 às 10:13

 Bud Weisser, 19 anos, preso por invasão na cervejaria Budweiser em St. Louis (EUA)
Bud Weisser, 19 anos, preso por invasão na cervejaria Budweiser em St. Louis (EUA)(St. Louis Metropolitan Police Department/Divulgação)
Um adolescente chamado Bud Weisser foi preso em St. Louis, no Missouri, na quinta-feira por invadir a cervejaria Budweiser, informou o departamento de polícia da cidade nesta sexta-feira.
Bud Weisser, de 19 anos, foi acusado de invadir uma propriedade privada e de resistir à prisão. O segurança da empresa o encontrou em uma área restrita da cervejaria no final da tarde de quinta-feira e pediu que ele saísse, mas diante do comportamento agressivo do rapaz, o segurança deteve o invasor e chamou a polícia.

Esta não foi a primeira ocorrência policial de Bud Weisser. No ano passado, ele foi acusado de invadir a loja de conveniência de um posto de gasolina na cidade.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Com gol de Prass, Palmeiras bate Santos nos pênaltis e festeja em casa

Com gol de Prass, Palmeiras bate Santos nos pênaltis e festeja em casa

Verdão coroou a reformulação promovida neste ano com o título sobre o Santos (foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)
Verdão coroou a reformulação promovida neste ano com o título sobre o Santos (foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)
A moderna arena do Palmeiras pulsou como o velho Estádio Palestra Itália na noite desta quarta-feira.
Depois de vencer o Santos por 2 a 1 no tempo normal, o time da casa ganhou por 4 a 3 nos pênaltis com o goleiro Fernando Prass na cobrança decisiva e conquistou o tricampeonato da Copa do Brasil, primeiro título após a reforma do campo.
O atacante Dudu, vilão do vice paulista diante do próprio Santos, marcou os dois do Palmeiras. Nos minutos finais, Ricardo Oliveira fez o gol que provocou os pênaltis. Nas cobranças, além de defender o chute de Gustavo Henrique, Fernando Prass anotou o gol do título.
Fechado para reformas entre 2010 e 2014, o Palestra Itália foi reinaugurado em novembro do ano passado e diante do Santos recebeu 39.660 torcedores, um recorde da nova arena. Palco da conquista da Copa Libertadores 1999, o estádio não abrigava uma festa de título desde a conquista do Campeonato Paulista 2008.
Herdeiro de Marcos, Fernando Prass marcou o último gol da Copa do Brasil (foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)
Herdeiro de Marcos, Fernando Prass marcou o último gol da Copa do Brasil (foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)
Com o triunfo sobre o Santos, a Sociedade Esportiva Palmeiras comemora seu 12º título nacional, um recorde. Além do tri da Copa do Brasil (1998, 2012 e 2015), o clube ganhou a Taça Brasil (1960 e 1967), o Torneio Roberto Gomes Pedrosa (1967 e 1969), o Campeonato Brasileiro (1972, 1973, 1993 e 1994) e a Copa dos Campeões (2000).
O título é especial para Marcelo Oliveira, derrotado nas três decisões anteriores que disputou da Copa do Brasil (em 2011 e 2012 pelo Coritiba e em 2014 pelo Cruzeiro). Com o feito, ele se junta a Vanderlei Luxemburgo e Luiz Felipe Scolari na galeria de técnicos campeões pelo Palmeiras desde 1977 – Flávio Murtosa, auxiliar do gaúcho, também triunfou.
Se não teve regularidade para brilhar nos pontos corridos do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras jogou o suficiente para bater adversários como Cruzeiro, Internacional e Fluminense nas séries eliminatórias da Copa do Brasil. Assim, além do título, o primeiro da gestão de Paulo Nobre, iniciada em 2013, garantiu uma vaga na Copa Libertadores 2016.
O Jogo – Trajado com meias e calções brancos, como na final do histórico Campeonato Paulista 1993, o Palmeiras quase saiu na frente antes do minuto inicial. Pouco depois da saída de bola, Arouca cabeceou, Barrios desviou e Gabriel Jesus, livre, bateu para defesa do goleiro Vanderlei.
Inteligentemente, o Santos procurou explorar a fragilidade do jovem João Pedro na marcação. Aos sete minutos, Zeca desceu pela esquerda e cruzou para Marquinhos Gabriel finalizar. Após grande defesa de Fernando Prass, Victor Ferraz apanhou o rebote e acertou a trave.
O Palmeiras, como há muito não se via, ditou o ritmo do jogo e criou boas chances de marcar. Em uma oportunidade clara, aos 27 minutos, Robinho cruzou da direita para Lucas Barrios. O centroavante esperou o quique da bola e cabeceou para defesa de Vanderlei.
Dudu colocou a bola na rede duas vezes para o time campeão da Copa do Brasil (foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)
Dudu colocou a bola na rede duas vezes para o time campeão da Copa do Brasil (foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)
Gradualmente, o Santos aumentou o volume de jogo e equilibrou as ações, mas não conseguiu levar perigo a Fernando Prass até o final do primeiro tempo. Lesionado, o zagueiro David Braz foi substituído por Werley ainda na etapa inicial. Assim como Gabriel Jesus, trocado por Rafael Marques.
O marcador inalterado no primeiro tempo preocupou a torcida alviverde, mas o Palmeiras manteve a frieza e finalmente abriu o placar aos 11 minutos da etapa complementar. Lucas Barrios fez pivô e tocou para Robinho entrar na área. O meia cruzou e Dudu apenas empurrou para o gol. De tipoia, Gabriel Jesus deixou o banco para comemorar na beira do gramado.
Lucas Barrios, lesionado, saiu para entrada de Cristaldo. Em seguida, o técnico Marcelo Oliveira colocou Lucas Taylor no lugar de João Pedro, advertido com o amarelo. Dorival Júnior, por sua vez, tirou Thiago Maia e Gabriel e lançou Paulo Ricardo e Geuvânio.
O Palmeiras fez o segundo aos 39 minutos do segundo tempo. Em cobrança de falta pelo lado direito do ataque, Robinho levantou na área. De cabeça, Vitor Hugo desviou para o meio. Dudu acompanhou a jogada e completou para o fundo das redes.
A alegria alviverde durou pouco, já que o Santos fez sua torcida vibrar no setor visitante dois minutos depois. No lance que provou a decisão por pênaltis, Marquinhos Gabriel cobrou escanteio pelo lado esquerdo do ataque, Werley desviou de calcanhar e a bola sobrou livre para finalização certeira de Ricardo Oliveira.
Pelo Santos, Geuvânio, Lucas Lima e Ricardo Oliveira converteram seus pênaltis. Marquinhos Gabriel e Gustavo Henrique desperdiçaram. Pelo Palmeiras, Zé Roberto, Jackson, Cristaldo e Fernando Prass marcaram. Rafael Marques errou. E a Sociedade Esportiva Palmeiras ganhou por 4 a 3.


Zé Roberto se tornou o primeiro jogador a levantar uma taça no reformado Palestra Itália (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)


Zé Roberto se tornou o primeiro jogador a levantar uma taça no reformado Palestra Itália (foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 (4) X (3) 1 SANTOS
Local: Estádio Palestra Itália, em São Paulo (SP)
Data: 2 de dezembro de 2015, quarta-feira
Horário: 22 horas (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-SC)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho Van Gasse (ambos Fifa-SP)
Público: 39.660 expectadores
Renda: 
R$ 5.336.631,25
Cartões amarelos:
 Matheus Sales, João Pedro e Dudu (Palmeiras); Gabriel (Santos)
GOLS:
PALMEIRAS: Dudu, aos 11 e aos 39 do segundo tempo
SANTOS: Ricardo Oliveira, aos 41 minutos do segundo tempo
PALMEIRAS: Fernando Prass; João Pedro (Lucas Taylor), Jackson, Vitor Hugo e Zé Roberto; Matheus Sales e Arouca; Robinho, Dudu e Gabriel Jesus (Rafael Marques); Barrios (Cristaldo)
Técnico: Marcelo Oliveira

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz (Werley) e Zeca; Renato, Thiago Maia (Paulo Ricardo) e Lucas Lima; Marquinhos Gabriel, Gabriel (Geuvânio) e Ricardo Oliveira
Técnico: Dorival Júnior

GOLS, PALMEIRAS CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL 2015 - 02/12/2015





Publicado em 2 de dez de 2015
PALMEIRAS CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL 2015.PALMEIRAS CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL 2015.Palmeiras 2x1 Santos - Final da Copa do Brasil 2015 - 02-12-2015.Gol de Dudu, Palmeiras 2 x 1 Santos - Final da Copa do Brasil 2015 - 02/12/2015, Sociedade Esportiva Palmeiras, Técnico: Marcelo de Oliveira Santos
Localização: São Paulo
Arenas/Estádios: Estádio do Pacaembu, Allianz Parque
Campeonatos: Campeonato Paulista de Futebol, Campeonato Brasileiro de Futebol,Santos Futebol Clube.Arena/Estádio: Estádio Urbano Caldeira
Técnico: Dorival Júnior
Campo de treinamento: CT Rei Pelé
Presidente Do Clube: Modesto Roma Júnior
Localização: Santos.campeão da copa do brasil 2015,copa do brasil 2015,Palmeiras 2x0 Santos, Palmeiras x Santos, Palmeiras vs Santos, | PALMEIRAS CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL.Copa do Brasil (final - volta): Gols de Palmeiras (campeão) 2 x 1 Santos e pênalti convertido por Prass

Alvo de palmeirenses, Cleber Machado narra final de estúdio da Globo

Alvo de palmeirenses, Cleber Machado narra final de estúdio da Globo

UOL Esporte
Compartilhe
 Imprimir Comunicar erro

Mesmo sem o logotipo da Globo, torcedores palmeirenses reconheceram o carro que levava o narrador Cleber Machado na noite de quarta-feira (2) ao Allianz Parque (zona oeste da capital) e o atacaram na chegada ao estádio, local da decisão da Copa do Brasil.
Segundo relatos de pessoas que viram a cena, o pânico foi grande e por pouco não conseguiram virar o carro da TV.
Após escapar do susto, o narrador precisou se dirigir às pressas até os estúdios da emissora em São Paulo, na zona sul, para de lá narrar a final da Copa do Brasil, ao lado dos comentaristas Walter Casagrande e Caio Ribeiro.
O repórter Mauro Naves foi quem fez a entrada ao vivo no Jornal Nacional falando direto da arena palmeirense. Em situação normal quem entra é o narrador do jogo.
REVOLTA NA TV
Durante o programa Redação Sportv desta quinta-feira (3), o chefe de reportagem do canal, Fábio Seixas, deu mais detalhes sobre a confusão.
“O Cleber Machado, o Caio e o Casagrande estavam indo para transmitir a partida e eles foram impedidos de fazer a transmissão do estádio. Tiveram que voltar e fizeram da sede da TV Globo, o que é lamentável. Torcedores cercaram o carro. São três profissionais indo trabalhar, com toda a imparcialidade que eles têm, uma marca desses três personagens, e foram impedidos'', disse Seixas.
“Se coloca uma estrutura de concreto e enche de bandidos, vai ter confusão. Se pega e enche de família, vai ter um clima bacana. Ontem, tinha um clima muito legal dentro do estádio, mas pelos relatos num todo. É claro que é uma minoria, mas que causa transtornos. Não houve briga de torcidas, o que é muito legal, mas ainda há alguns idiotas no entorno do estádio que causam esse tipo de confusão'', completou.
No começo da tarde dessa quinta, TV Globo relatou, em nota, o que ocorreu com a sua equipe e fez questão de dizer que a final bateu recorde de audiência na década:
“Cléber, Casagrande e Caio tiveram dificuldade para chegar ao estádio por conta da multidão de torcedores nas ruas e na porta da arena do Palmeiras. Não houve agressão à equipe, mas para não haver atraso e preservar a transmissão, a decisão foi voltar à emissora e narrar do estúdio. Os repórteres Mauro Naves e Bruno Laurence estavam em campo e traziam as informações de lá. A transmissão da partida final foi o recorde da Copa do Brasil de 2015 (32 pontos e 49% de participação). Desde 2009, um jogo da Copa do Brasil não tinha audiência tão alta em São Paulo.''
Crédito: Reprodução/TV Globo
Crédito: Reprodução/TV Globo

Preços dos imóveis acumulam queda real de mais de 7% no ano

03/12/2015 00h05 - Atualizado em 03/12/2015 00h05

Preços dos imóveis acumulam queda real de mais de 7% no ano

Preço médio subiu 1,32% no acumulado até novembro, diz FipeZap.
Já a inflação acumulada no mesmo período é de 9,47%, aponta pesquisa.

Do G1, em São Paulo
O preço médio dos imóveis anunciados para venda já acumulam no ano, até novembro, queda real de mais de 7%, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira (3) pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e pelo portal ZAP Imóveis, que monitora o mercado imobiliários em 20 cidades brasileiras.
Variação do preço médio
Em %, no acumulado no ano até novembro
1,329,472,41-1,160,34-1,32,385,4203,020,048,257,333,943,992,82,91-2,743,43,911,853,87Média nacionalProjeção IPCASão PauloRio de JaneiroBelo HorizonteBrasíliaSalvadorFortalezaRecifePorto AlegreCuritibaFlorianópolisVitóriaVila VelhaSanto AndréSão Bernardo doCampoSão Caetano doSulNiteróiCampinasSantosGoiâniaContagem-5051015
Fonte: FipeZap
Segundo o Índice FipeZap, em novembro o preço do metro quadrado registrou queda nominal de 0,05%, na comparação com outubro - a quarta queda nominal consecutiva.
No acumulado nos 11 primeiros meses de 2015, o indicador registrou um crescimento de 1,32% nos preços dos imóveis anunciados. Como a inflação esperada para o IPCA (IBGE) neste  período é de 9,47%, o preço médio anunciado teve, portanto, uma queda real de 7,44%, segundo o FipeZap.
Todas as cidades pesquisadas tiveram variação de preços inferior à da inflação acumulada
até novembro, sendo que Niterói, Brasília, Rio de Janeiro e Recife apresentaram queda nominal nos preços anunciados.
O valor médio do metro quadrado das 20 cidades em novembro foi de R$ 7.609.
Rio de Janeiro se mantém como a cidade com o m2 mais caro do país (R$ 10.458), seguida por São Paulo (R$ 8.610). Já o s dois municípios com menor preço por m2 são Contagem (R$ 3.551) e Goiânia (R$ 4.179).
O mercado imobiliário tambem tem sentido os efeitos da contração da economia e a consequente redução da oferta de crédito para financiamentos. Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip), o volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis caiu 28,4% no acumulado até outubro, na comparação anual, para R$ 66,7 bilhões. O montante equivale a 301,5 mil unidades, volume 32,6% menor frente ao mesmo período de 2014.